sexta-feira, 12 de julho de 2013
"Gosto dos jeitos simples, dos que agregam encontros. Gosto de como as coisas terminam. De como o amor invade. De como a gente se reinicia nos horários vagos. Gosto do calor das saudades, da brisa fresca levantando a saia dos meus olhos. É, eu gosto. Gosto desse tempo bom, desse não fazer absolutamente nada e sentir, no meio de tudo, o pouquinho que falta." ____ Priscila Rôde
Beleza e autoestima
Vivemos em um país onde existem mulheres belíssimas, porém com corpos diferentes. Estamos falando de portes físicos dos mais variados: mulheres altas e magras, altas e gordas, magras e baixas, corpo maçã ou pera.
Mesmo com a grande diversidade de corpos femininos, as fábricas criam roupas genéricas. Existem tantas variações de altura, peso, que fica impossível sentir-se confortável dentro de um tamanho único, ou mesmo em tamanhos cada vez mais reduzidos.
Assistimos desfiles de moda, vemos nas vitrines roupas maravilhosas que só terão bom caimento em corpos magérrimos. Isso frustra, irrita, causa depressão em muitas mulheres, pois se sentem diferentes, inadequadas, gordas, quando na verdade são belas, com formas e curvas femininas.
Estamos expostos e vulneráveis a cultura do corpo belo, magro, que vem representada pela nossa interação com o ambiente, nos forçando a uma avaliação constante de como estamos, das nossas formas. A demanda social, nos pressiona a ir em busca deste corpo dito perfeito, criando um desejo, uma busca desenfreada e irreal do corpo ideal.
De forma geral, a baixa autoestima pode acarretar uma série de dificuldades emocionais, pois cada pessoa tem uma avaliação subjetiva que faz de si mesmo, que pode ser positiva ou negativa. Uma relação de intimidade, de poder acreditar em sua potencialidade, seu valor pessoal, acreditar e confiar em si mesma.
Porém, na grande maioria das vezes, acabamos por desenvolver uma baixa estima, o que nos torna insegura, com sentimentos de incapacidade, de menos valia. Tudo o que fazemos é resultado do que acreditamos ser, por isso o autoconhecimento é de fundamental importância para aumentar a autoestima.
Sendo assim, confiar em si mesmo, ouvir sua intuição, acreditar em sua voz interior, respeitar seus limites, reconhecer seus valores, expressar seus sentimentos sem medo, sentir-se competente, capaz e se tornar independente da aprovação dos outros, faz com que nossa autoestima se eleve. Entretanto, este é um processo gradativo que exige trabalho e conscientização.
A Psicoterapia é um processo fundamental nesse contexto, sendo conduzido por um psicólogo que desenvolverá um trabalho que visa ampliar a consciência que a pessoa tem de si mesma, aprendendo com seus sintomas e se desenvolvendo como pessoa. É uma ferramenta eficaz para trabalhar padrões de comportamentos, aspectos de personalidade e funcionamentos que não lhe trazem benefícios em sua vida sejam pessoal ou profissional.
fonte: Luciana Kotaka
O definitivo despertar da liderança feminina
A CASA
As mulheres mais hiperativas que nasceram entre 1960 e 1980, sempre costumam dizer que não conseguem ficar paradas. Para uma boa parte delas, entretanto, a movimentação acontecia dentro de casa. Quando sentiam aquela necessidade de fazer algo, corriam em busca de uma vassoura aqui ou uma arrumação acolá. Decerto, ainda carregavam em sua rotina parte do legado materno. Suas mães viveram no tempo em que a qualidade da mulher estava associada a sua capacidade de organização, obediência e maternidade.
As mulheres modernas, nascidas a partir de 1980 e com o mesmo perfil, para felicidade do país, que conta com a preciosa colaboração delas para seu crescimento sustentável, têm outras formas de preencher a sua irresistível vontade de fazer algo: elas saem, se divertem, trabalham, participam de eventos, estudam, criam e quando o cansaço finalmente lhes acomete, voltam para casa e despencam no sofá. Se tiver empregada, a casa será arrumada. Do contrário, paciência! Quando ela tiver um tempo, dará uma “arrumadinha” na casa, mas nada de trabalho escravo, apenas um “tapinha”, como costumam chamar.
A PRESENÇA
As décadas anteriores, onde apenas se notava a presença masculina, testemunharam a ascensão e a liderança feminina na carreira. Além deste justo reconhecimento, também podemos comemorar a participação delas em funções absolutamente femininas, como comandantes de navio, operárias, motoristas, pilotos na aviação (Chile), militares de alta patente e mais uma série de exemplos, praticamente cada função onde antes sua presença era inimaginável, já registra sua marcante atuação.
O FIM DAS RESTRIÇÕES E DISCRIMINAÇÕES
Alguns empresários deixaram de contratar o público feminino, e é justo dizer, não sem certa tristeza, que muitos ainda o fazem, por duas razões: num primeiro momento, a possibilidade de gravidez e num segundo, as inevitáveis ausências durante o crescimento das crianças. O século XXI deixou pasmadas as mais audaciosas previsões de Recursos Humanos nas empresas: a nova estrutura familiar agora é dividida. Um dia, é a esposa quem leva a criança ao médico, noutro, o marido. Os casais aprenderam a se revezar, em prol de seus trabalhos. O mesmo ocorre sobre as festinhas, reuniões escolares e eventos diversos. O novo modelo de família deixou estupefatos e irritados alguns patrões, cujos empregados homens se ausentam, por exemplo, sob o pretexto de levar o filho ao médico, levando estes empresários a pergunta machista:
“ELE teve de sair? Esta criança não tem mãe?”
A boa notícia é que, aceitem eles ou não, felizes ou não, a nova sociedade de cuidados compartilhados felizmente gerou o fim da “escravidão de compromissos” para a mulher. Ela agora pode voar e não há limites em seu céu de brigadeiro.
O FUTURO
A sensibilidade feminina, menos presente entre nós homens, em função do excesso de testosterona e da sede exacerbada que sentimos pelo poder e pela dominância territorial, conduzirá as mulheres a posições cada vez mais elevadas. A diferença ainda notável nos salários entre homens e mulheres na mesma função, tem seus dias contados e o empresariado brasileiro se renderá, em definitivo, ao poder da mulher. Vivemos tempos nos quais praticamente tudo já foi experimentado para diferenciar as pessoas e os produtos diante de seus concorrentes, exceto três critérios, dos quais o ser humano se torna mais carente a cada dia: carisma, sensibilidade e visão de futuro.
Chegaremos em um momento muito oportuno, que dispensará este tipo de reflexão e comparação. Em meados do século XXII, não falaremos mais sobre concorrência entre homens e mulheres, mas sim sobre concorrência entre pessoas: sem discriminação, exclusão, restrição, protecionismo ou machismo. Apenas pessoas!
As opções restringem-se, possivelmente, a apenas duas: enquanto sociedade justa, sob todos os aspectos, ou passamos a aceitar, honrar e comemorar a presença feminina, que foi tanto tempo ofuscada e felizmente hoje tem os holofotes em sua direção ou ficaremos mais um século inteiro discutindo a inutilidade de comparar homens e mulheres, quando o ideal é apenas considerar seres humanos, de sexos diferentes e genialidade absolutamente compatível.
A escolha, como sempre, é apenas nossa!
Fonte Edilson Menezes
As mulheres mais hiperativas que nasceram entre 1960 e 1980, sempre costumam dizer que não conseguem ficar paradas. Para uma boa parte delas, entretanto, a movimentação acontecia dentro de casa. Quando sentiam aquela necessidade de fazer algo, corriam em busca de uma vassoura aqui ou uma arrumação acolá. Decerto, ainda carregavam em sua rotina parte do legado materno. Suas mães viveram no tempo em que a qualidade da mulher estava associada a sua capacidade de organização, obediência e maternidade.
As mulheres modernas, nascidas a partir de 1980 e com o mesmo perfil, para felicidade do país, que conta com a preciosa colaboração delas para seu crescimento sustentável, têm outras formas de preencher a sua irresistível vontade de fazer algo: elas saem, se divertem, trabalham, participam de eventos, estudam, criam e quando o cansaço finalmente lhes acomete, voltam para casa e despencam no sofá. Se tiver empregada, a casa será arrumada. Do contrário, paciência! Quando ela tiver um tempo, dará uma “arrumadinha” na casa, mas nada de trabalho escravo, apenas um “tapinha”, como costumam chamar.
A PRESENÇA
As décadas anteriores, onde apenas se notava a presença masculina, testemunharam a ascensão e a liderança feminina na carreira. Além deste justo reconhecimento, também podemos comemorar a participação delas em funções absolutamente femininas, como comandantes de navio, operárias, motoristas, pilotos na aviação (Chile), militares de alta patente e mais uma série de exemplos, praticamente cada função onde antes sua presença era inimaginável, já registra sua marcante atuação.
O FIM DAS RESTRIÇÕES E DISCRIMINAÇÕES
Alguns empresários deixaram de contratar o público feminino, e é justo dizer, não sem certa tristeza, que muitos ainda o fazem, por duas razões: num primeiro momento, a possibilidade de gravidez e num segundo, as inevitáveis ausências durante o crescimento das crianças. O século XXI deixou pasmadas as mais audaciosas previsões de Recursos Humanos nas empresas: a nova estrutura familiar agora é dividida. Um dia, é a esposa quem leva a criança ao médico, noutro, o marido. Os casais aprenderam a se revezar, em prol de seus trabalhos. O mesmo ocorre sobre as festinhas, reuniões escolares e eventos diversos. O novo modelo de família deixou estupefatos e irritados alguns patrões, cujos empregados homens se ausentam, por exemplo, sob o pretexto de levar o filho ao médico, levando estes empresários a pergunta machista:
“ELE teve de sair? Esta criança não tem mãe?”
A boa notícia é que, aceitem eles ou não, felizes ou não, a nova sociedade de cuidados compartilhados felizmente gerou o fim da “escravidão de compromissos” para a mulher. Ela agora pode voar e não há limites em seu céu de brigadeiro.
O FUTURO
A sensibilidade feminina, menos presente entre nós homens, em função do excesso de testosterona e da sede exacerbada que sentimos pelo poder e pela dominância territorial, conduzirá as mulheres a posições cada vez mais elevadas. A diferença ainda notável nos salários entre homens e mulheres na mesma função, tem seus dias contados e o empresariado brasileiro se renderá, em definitivo, ao poder da mulher. Vivemos tempos nos quais praticamente tudo já foi experimentado para diferenciar as pessoas e os produtos diante de seus concorrentes, exceto três critérios, dos quais o ser humano se torna mais carente a cada dia: carisma, sensibilidade e visão de futuro.
Chegaremos em um momento muito oportuno, que dispensará este tipo de reflexão e comparação. Em meados do século XXII, não falaremos mais sobre concorrência entre homens e mulheres, mas sim sobre concorrência entre pessoas: sem discriminação, exclusão, restrição, protecionismo ou machismo. Apenas pessoas!
As opções restringem-se, possivelmente, a apenas duas: enquanto sociedade justa, sob todos os aspectos, ou passamos a aceitar, honrar e comemorar a presença feminina, que foi tanto tempo ofuscada e felizmente hoje tem os holofotes em sua direção ou ficaremos mais um século inteiro discutindo a inutilidade de comparar homens e mulheres, quando o ideal é apenas considerar seres humanos, de sexos diferentes e genialidade absolutamente compatível.
A escolha, como sempre, é apenas nossa!
Fonte Edilson Menezes
O FASCINANTE UNIVERSO FEMININO.
O fascinante universo feminino.
A condição do universo feminino é algo fascinante. Conhecer o limite de nossa própria existência, desafia-lo ou ignora-lo, tudo é uma questão de adaptação. Através de conhecimento, lutas, conquistas, ponto de vista, valores, sonhos, e tantos outros fatores transformam a mulher do século XXI num marco da história da humanidade.
Sonhávamos com a independência feminina, lutamos pelo nosso direito de votar, lutamos pelo nosso direito de participar de competições, atravessamos as barreiras do preconceito, fomos em busca do nosso lugar ao sol, ganhamos nosso espaço de ser e exercer nosso direito de ser. As mudanças não param, o mundo gira em torno das mulheres, elas assumiram o papel na política, na educação, no mundo dos negócios, nas questões sociais, enfim o mundo é dominado pelas mulheres. Não, esse não é um artigo feminista, é propositalmente para convidá-los a entrar na era das mudanças através do olhar feminino.
Antes de escrever sobre esse tema, conversei com dez mulheres de diferentes posição social, cargo, escolaridade e na faixa etária dos trinta aos quarenta e cinco anos. E percebi na adversidade de seus cotidianos a mesma extraordinária concepção de direção, responsabilidade, liderança, força, garra, intuição mesclados a sensibilidade da construção do ser.
Mulheres como a Maria, Laura, Beatriz, Carolina, muitas delas realizadas, alegres e de bem com vida. Outras tristes, amargas e infelizes. Mas em cada história de vitória ou fracasso algo em comum, o espírito de não desistir. No meio a lágrimas e risos, nos rostos lisos, nos rostos marcados, enrodilhados de tanto sofrer, todas elas expressam o anseio de serem felizes e o firme propósito de continuarem vivendo e somando.
Mulheres que acordam muito cedo, preparam o café, limpam a casa e deixa o almoço do marido e dos filhos prontos, tomam dois ônibus até chegar no seu local de trabalho.
Mulheres que não tem vinculo empregatício, que não são economicamente ativa, mas que são guerreiras e administradora do lar, acordam cedo, levam os filhos para escola, acompanha a rotina da casa, corre para supermercado, banco, e tantos outros afazeres que até perdemos a conta.
Mulheres que já fizeram do salto alto, o veiculo mais intimo para cumprir com elegância o trajeto do seu dia, enfrenta o transito com humor e paciência, faz as pazes com a calma e não perde o controle.
Mulheres que são pai e mãe, mulheres educadoras, protetoras, dividem o dia com o trabalho, amigos, colegas, chefes, clientes, pessoas que ficam próximas, mesmo a distancia, mulheres que a noite dedicam-se aos filhos, disfarçam o cansaço e suprem a ausência do pai, com amor e carinho, e encontram como refugio o cansaço para espantar a solidão da cama vazia.
Mulheres que optaram por viver só, arriscou tudo pela carreira, pela vida profissional e agora começa a sentir o amargo medo da solidão, a perturbação da pergunta que não quer calar: " Até onde tudo valeu apena?" Mulheres que riem de dia e choram como uma menina desamparada no vazio de seus quartos.
Mulher que trabalha fora, que é mãe e esposa, mulher que parece não ter problemas, mas tem, mas encara-os de frente sem alardes, cada vez mais realizada profissionalmente, vaidosa e bonita. Mulher que tem o controle da sua vida, nada a tira do serio. O segredo, talvez seja a vontade de ser feliz e viver para que isso se concretize.
Mulher que tem a vida cheia de sofrimento, mas não perde a docilidade de uma palavra amiga, de um sorriso acolhedor, de um olhar terno. Mulher que se irrita com a famosa TPM, mas não esmurece diante das dificuldades da vida. Mulher que se o carro quebra, chama o taxi e o humor é o mesmo. Filho chora, filho grita, derruba a casa, ela só olha pra ver se não vai machucar, parece que o mundo não tem nenhum poder sobre ela, muito pelo contrário ela tem o poder sobre o mundo.
Assim é o universo feminino, vivemos nos extremos, vamos do nada ao tudo, corremos, brigamos, reivindicamos o tempo todo, Somos uma mutação constante, mas com a eterna essência da alma Feminina de amar e viver intensamente o que mundo oferece.
fonte: Darlene Faustino
A condição do universo feminino é algo fascinante. Conhecer o limite de nossa própria existência, desafia-lo ou ignora-lo, tudo é uma questão de adaptação. Através de conhecimento, lutas, conquistas, ponto de vista, valores, sonhos, e tantos outros fatores transformam a mulher do século XXI num marco da história da humanidade.
Sonhávamos com a independência feminina, lutamos pelo nosso direito de votar, lutamos pelo nosso direito de participar de competições, atravessamos as barreiras do preconceito, fomos em busca do nosso lugar ao sol, ganhamos nosso espaço de ser e exercer nosso direito de ser. As mudanças não param, o mundo gira em torno das mulheres, elas assumiram o papel na política, na educação, no mundo dos negócios, nas questões sociais, enfim o mundo é dominado pelas mulheres. Não, esse não é um artigo feminista, é propositalmente para convidá-los a entrar na era das mudanças através do olhar feminino.
Antes de escrever sobre esse tema, conversei com dez mulheres de diferentes posição social, cargo, escolaridade e na faixa etária dos trinta aos quarenta e cinco anos. E percebi na adversidade de seus cotidianos a mesma extraordinária concepção de direção, responsabilidade, liderança, força, garra, intuição mesclados a sensibilidade da construção do ser.
Mulheres como a Maria, Laura, Beatriz, Carolina, muitas delas realizadas, alegres e de bem com vida. Outras tristes, amargas e infelizes. Mas em cada história de vitória ou fracasso algo em comum, o espírito de não desistir. No meio a lágrimas e risos, nos rostos lisos, nos rostos marcados, enrodilhados de tanto sofrer, todas elas expressam o anseio de serem felizes e o firme propósito de continuarem vivendo e somando.
Mulheres que acordam muito cedo, preparam o café, limpam a casa e deixa o almoço do marido e dos filhos prontos, tomam dois ônibus até chegar no seu local de trabalho.
Mulheres que não tem vinculo empregatício, que não são economicamente ativa, mas que são guerreiras e administradora do lar, acordam cedo, levam os filhos para escola, acompanha a rotina da casa, corre para supermercado, banco, e tantos outros afazeres que até perdemos a conta.
Mulheres que já fizeram do salto alto, o veiculo mais intimo para cumprir com elegância o trajeto do seu dia, enfrenta o transito com humor e paciência, faz as pazes com a calma e não perde o controle.
Mulheres que são pai e mãe, mulheres educadoras, protetoras, dividem o dia com o trabalho, amigos, colegas, chefes, clientes, pessoas que ficam próximas, mesmo a distancia, mulheres que a noite dedicam-se aos filhos, disfarçam o cansaço e suprem a ausência do pai, com amor e carinho, e encontram como refugio o cansaço para espantar a solidão da cama vazia.
Mulheres que optaram por viver só, arriscou tudo pela carreira, pela vida profissional e agora começa a sentir o amargo medo da solidão, a perturbação da pergunta que não quer calar: " Até onde tudo valeu apena?" Mulheres que riem de dia e choram como uma menina desamparada no vazio de seus quartos.
Mulher que trabalha fora, que é mãe e esposa, mulher que parece não ter problemas, mas tem, mas encara-os de frente sem alardes, cada vez mais realizada profissionalmente, vaidosa e bonita. Mulher que tem o controle da sua vida, nada a tira do serio. O segredo, talvez seja a vontade de ser feliz e viver para que isso se concretize.
Mulher que tem a vida cheia de sofrimento, mas não perde a docilidade de uma palavra amiga, de um sorriso acolhedor, de um olhar terno. Mulher que se irrita com a famosa TPM, mas não esmurece diante das dificuldades da vida. Mulher que se o carro quebra, chama o taxi e o humor é o mesmo. Filho chora, filho grita, derruba a casa, ela só olha pra ver se não vai machucar, parece que o mundo não tem nenhum poder sobre ela, muito pelo contrário ela tem o poder sobre o mundo.
Assim é o universo feminino, vivemos nos extremos, vamos do nada ao tudo, corremos, brigamos, reivindicamos o tempo todo, Somos uma mutação constante, mas com a eterna essência da alma Feminina de amar e viver intensamente o que mundo oferece.
fonte: Darlene Faustino
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Traição: perdoar ou não? Frustrações no relacionamento podem virar motivo para o ato
Perdoar uma traição não é uma das coisas mais fáceis de fazer. É preciso gostar muito e acreditar que vale a pena investir na relação para que esse processo aconteça de verdade. Sim, é um processo e exige muita paciência da parte do traidor, assim como um enorme investimento de energia de ambos.
Em primeiro lugar, temos que saber o motivo da traição, o que fez com que o cônjuge procurasse ou simplesmente deixasse se envolver por outra pessoa mesmo estando compromissado com seu parceiro.
Muitos podem ser os motivos, mas nem por isso estou justificando o fato. Em geral o relacionamento já vem se desgastando há algum tempo e ambos não se dão conta disso, estão acomodados na rotina e convivência diária. Não percebem que, no fundo, o sentimento pelo outro está desgastado, enfraquecido, e não o alimentam. A vida sexual já não é como antes, a vida corrida e atribulada do dia-a-dia faz com que o casal quase não tenha tempo para si, distanciando-se cada vez mais; deixando de lado os momentos românticos e atitudes gostosas que um dia foram importantes na conquista de um pelo outro.
Em primeiro lugar, temos que saber o motivo da traição, o que fez com que o cônjuge procurasse ou simplesmente deixasse se envolver por outra pessoa mesmo estando compromissado com seu parceiro.
Muitos podem ser os motivos, mas nem por isso estou justificando o fato. Em geral o relacionamento já vem se desgastando há algum tempo e ambos não se dão conta disso, estão acomodados na rotina e convivência diária. Não percebem que, no fundo, o sentimento pelo outro está desgastado, enfraquecido, e não o alimentam. A vida sexual já não é como antes, a vida corrida e atribulada do dia-a-dia faz com que o casal quase não tenha tempo para si, distanciando-se cada vez mais; deixando de lado os momentos românticos e atitudes gostosas que um dia foram importantes na conquista de um pelo outro.
De repente alguém novo aparece, elogiando como você está vestida, reparando que cortou o cabelo, valorizando atitudes pequenas, interessado em sua vida, com um papo gostoso que flui, sem reparar em suas manias e defeitos. Difícil resistir, certo? Pois é aí que entra nossa consciência com o "superego" dizendo: "Não faça isso, você é casada (o)!", ou o "id" contrapondo: "Vá fundo, o que você tem a perder?". Podemos nos sentir atraídos por outras pessoas fora do casamento, mas temos a opção de nos deixar levar ou não por esse desejo, muitas vezes quase irresistível.
Bem, você caiu em tentação. Dá pra perdoar? Tudo depende...
Já presenciei várias histórias de casais que se aproximaram como nunca após um episódio de traição. Isso é possível quando, após a descoberta do fato, ambos se propõem a discutir profundamente sobre tudo que não está bom na relação, através de uma terapia de casal. Eles se comprometem a mudar, recomeçando o casamento. Sim, é um recomeço e requer muito trabalho até o traído voltar a sentir confiança em quem o traiu.
Um dos maiores problemas enfrentados pelos casais em crise é a falta de diálogo, o acúmulo de situações desagradáveis para ambos que não podem ser expressas pelo medo da reação do parceiro. O medo de magoar ou causar uma discussão indesejável acaba instalando o silêncio, que com o tempo só prejudica o casal. Não se fala do que não está bom, acumulam-se insatisfações e frustrações, o que pode dar margem à vontade de estar com alguém que não o frustre tanto.
Bem, você caiu em tentação. Dá pra perdoar? Tudo depende...
Já presenciei várias histórias de casais que se aproximaram como nunca após um episódio de traição. Isso é possível quando, após a descoberta do fato, ambos se propõem a discutir profundamente sobre tudo que não está bom na relação, através de uma terapia de casal. Eles se comprometem a mudar, recomeçando o casamento. Sim, é um recomeço e requer muito trabalho até o traído voltar a sentir confiança em quem o traiu.
Um dos maiores problemas enfrentados pelos casais em crise é a falta de diálogo, o acúmulo de situações desagradáveis para ambos que não podem ser expressas pelo medo da reação do parceiro. O medo de magoar ou causar uma discussão indesejável acaba instalando o silêncio, que com o tempo só prejudica o casal. Não se fala do que não está bom, acumulam-se insatisfações e frustrações, o que pode dar margem à vontade de estar com alguém que não o frustre tanto.
Entender os motivos que levaram uma pessoa a trair provocará uma auto-avaliação de cada um na relação, e fará com que ambos assumam sua responsabilidade na manutenção do amor. É preciso alimentá-lo sempre!
Só cabe o perdão onde ainda existe amor e o arrependimento sincero de quem traiu. É possível reconstruir uma relação pautada em novos moldes de funcionamento, e em especial, num diálogo franco e atitudes transparentes.
Quem disse que é fácil manter um casamento feliz sem momentos de crise? O importante é saber superá-las e tirar o maior proveito para nosso crescimento.
Só cabe o perdão onde ainda existe amor e o arrependimento sincero de quem traiu. É possível reconstruir uma relação pautada em novos moldes de funcionamento, e em especial, num diálogo franco e atitudes transparentes.
Quem disse que é fácil manter um casamento feliz sem momentos de crise? O importante é saber superá-las e tirar o maior proveito para nosso crescimento.
fonte: Bem estar
Raiva: explodir ou guardar? Interpretar esse sentimento ajuda a manter relacionamentos e lidar com tristezas
A raiva é um dos sentimentos mais comuns e também um dos mais negados e difíceis de lidar. Normalmente, as pessoas ficam entre dois extremos: extravasar a raiva ou contê-la. Mas nenhuma dessas duas alternativas deve ser seguida ao extremo, pois podem prejudicar a própria pessoa e abalar o relacionamento com outros. Entenda por que e saiba a melhor forma de lidar com essa situação.
Sem controle
Extravasar a raiva sempre que ela surgir, como alguns aconselham, não é adequado e nem sábio. Isso pode até gerar um alívio momentâneo, mas, e depois? Grandes estragos são feitos nos relacionamentos em nome desse "extravaso". Uma palavra falada num tom agressivo, mesmo que num momento de raiva, pode estragar amizades e criar muitas barreiras.
Existem alguns distúrbios psiquiátricos nos quais as pessoas não conseguem conter seus impulsos agressivos, é o caso do distúrbio explosivo intermitente, por exemplo. A pessoa não consegue controlar seus impulsos agressivos e tem momentos de explosões raivosas, destruindo objetos ou agredindo pessoas. Nesses casos, é preciso fazer tratamento psicoterápico e até medicamentoso para conseguir conviver em família e sociedade sem causar danos a si ou a terceiros.
Infelizmente o que vemos é que grande parte das pessoas que agridem verbal ou fisicamente filhos, cônjuges, pais, amigos e conhecidos não possuem tal distúrbio. São pessoas que não aprenderam desde pequenos a lidar com as frustrações que fazem parte da vida e do convívio social.
No outro extremo, estão pessoas que não conseguem expressar um mínimo de descontentamento ou raiva diante daquilo que as prejudica ou fere. Essas pessoas sofrem porque não querem ver o outro sofrer. Elas acreditam que dizer "não" e manifestar indignação ou raiva são atitudes que farão delas uma pessoa "má". Normalmente, essas pessoas buscam a psicoterapia porque se sentem sufocadas e têm dificuldade de reagir.
Equilíbrio de forças
O difícil, mas não impossível, é encontrar um equilíbrio entre esses dois extremos. A raiva é um sentimento que tem sua função no psiquismo. Ela sinaliza que fomos injustiçados, traídos, rejeitados, caluniados... E por aí vai. Além disso, todo sentimento de raiva esconde uma tristeza por trás dele. É só você parar e pensar na última vez que sentiu raiva. Se você fizer uma análise honesta sobre o que o deixou com raiva, encontrará uma tristeza por alguma perda, uma expectativa que não se concretizou, uma rejeição, uma mágoa e muitas outras coisas que nos entristecem.
É muito mais fácil reconhecer que estamos com raiva do que tristes. A raiva nos dá a sensação de sermos fortes e poderosos. Muitas pessoas acreditam que, se disserem que estão tristes, parecerão frágeis e vulneráveis perante os outros. No entanto, é preciso questionar essa crença. A nossa força não está na raiva, mas sim na coragem de tomar consciência dos próprios sentimentos e daquilo que nos faz sofrer e, se possível, encontrar um jeito de lidar com isso. É claro que existem muitas situações que são de extrema violência ou abuso contra nós ou contra outros que merecem a nossa explosão. A maioria das questões que vivemos no cotidiano, porém, poderia ser resolvida de forma mais construtiva, ouvindo a tristeza que está por trás da nossa raiva.
Embora seja difícil, esse exercício favorece os relacionamentos. Se conseguirmos falar para o outro o que nos deixou triste e que não queremos mais que aquilo aconteça, em vez de explodir e colocar para for a toda a nossa raiva, evitaríamos muitos rompimentos, mal entendidos e distanciamentos nos relacionamentos.
Fonte:Bem estar
Sucos de frutas
Sucos de frutas
Sucos de frutas naturais são excelentes fontes de vitaminas, antioxidantes, minerais e, é claro, água, segundo a nutricionista Tatiana Branco Barroso, da Nutri Action Assessoria Nutricional, em São Paulo. Certifique-se, apenas, de que eles são feitos na hora, pois a maior parte das vitaminas é solúvel em água, o que faz com que a bebida perca esses nutrientes em cerca de 30 minutos. Vale lembrar ainda que o suco não oferece o mesmo conteúdo de fibras que a fruta já que o bagaço costuma ser desprezado no preparo.
Por outro lado, os sucos têm a vantagem de permitir misturas. Com um pouco de criatividade, é possível criar combinações gostosas e com os mais variados nutrientes. O antioxidante hesperidina, presente no suco de laranja, por exemplo, melhora a função dos vasos sanguíneos, reduzindo o risco de doenças cardiovasculares. A descoberta foi apresentada na conferência anual da American Heart Association Basic Cardiovascular Sciences. O suco de beterraba, por sua vez, é rico em nitratos, que protegem o cérebro, prevenindo contra problemas de demência, aponta um estudo publicado no Oxide: Biology and Chemistry.
Por outro lado, os sucos têm a vantagem de permitir misturas. Com um pouco de criatividade, é possível criar combinações gostosas e com os mais variados nutrientes. O antioxidante hesperidina, presente no suco de laranja, por exemplo, melhora a função dos vasos sanguíneos, reduzindo o risco de doenças cardiovasculares. A descoberta foi apresentada na conferência anual da American Heart Association Basic Cardiovascular Sciences. O suco de beterraba, por sua vez, é rico em nitratos, que protegem o cérebro, prevenindo contra problemas de demência, aponta um estudo publicado no Oxide: Biology and Chemistry.
fonte Bem estar
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