domingo, 3 de junho de 2012

curtam a pagina da nossa terapeuta floral amigas!!! vcs vão Amar!!

Foto: Cravo-da-índia (Eugenia caryophillata) 
O cravo-da-índia é rico em óleos essenciais, sobretudo eugenol, que tem ação analgésica e anti-séptica.
Também tem ação estomacal e anti-séptica bucal.
Devido à sua ação analgésica, o cravo-da-índia, na forma de chá, ajuda a aliviar dores causadas por gripe e resfriado.
O chá de cravo-da-índia com erva-doce é delicioso e ótimo para a saúde.
ÓLEO DE CRAVO-DA-ÍNDIA
O óleo de cravo-da-índia, indicado para unhas fracas, combate micoses de unha, frieira e manchas brancas nas costas. É anti-séptico, antibiótico, antiviral, antifúngico, antiinflamatório, antiparasitário e analgésico. É muito usado na odontologia  como analgésico e anti-séptico. Massageado na gengiva do bebê, alivia as dores da dentição. Para isso deve ser diluído em um pouco de água, pois sozinho pode causar queimadura na boca do neném.
Receita de óleo de cravo-da-índia

30 gramas de cravo-da-índia
200 ml de óleo de oliva ou girassol
Misture tudo e cozinhe em banho-maria por uma hora. Deixe esfriar, coe e guarde em um vidro limpo e seco.
Use esse óleo para massagear as unhas.

EXTRATO DE CRAVO-DA-ÍNDIA
Use o extrato de cravo-da-índia para acabar com fungos e traças. Dissolvido em álcool ou água, pode ser usado como aromatizante ambiental. Misturado com água, funciona como anti-séptico bucal. Uma colher de chá do extrato em um copo de água serve para coceira na vagina. Basta enxaguar o local duas vezes ao dia, pela manhã e antes de dormir. 
Como fazer

100 gramas de cravo-da-índia
Um litro de álcool de cereais

Misture tudo e coloque em um vidro escuro. Deixe guardado por cinco meses, coe e recoloque no vidro escuro. 
TINTURA DE CRAVO-DA-ÍNDIA

Coloque 50 gramas de cravo em um litro de álcool etílico ou de qualquer bebida muito alcoólica, como cachaça, aguardente, rum e brande.
Deixe repousar. Dentro de uma semana já está pronta para usar. Não precisa coar e dura anos.
A tintura de cravo serve para dor de dente, inflamação na garganta, no estômago, no aparelho digestivo e para afecções da pele, inclusive micoses.
Para prisão de ventre, friccione a barriga, em movimentos circulares no sentido horário (da direita para a esquerda), com quatro ou cinco gotas de tintura de cravo misturada com um pouco de óleo vegetal. A tintura também pode ser usada, junto com creme, bálsamo ou óleo vegetal, para massagear áreas doloridas.
A dosagem interna é uma ou duas gotas em uma colher de sopa cheia de água duas ou três vezes ao dia até desaparecerem os sintomas.
Cravo-da-índia (Eugenia caryophillata) 
O cravo-da-índia é rico em óleos essenciais, sobretudo eugenol, que tem ação analgésica e anti-séptica.
Também tem ação estomacal e anti-séptica bucal.
Devido à sua ação analgésica, o cravo-da-índia, na forma de chá, ajuda a aliviar dores causadas por gripe e resfriado.
O chá de cravo-da-índia com erva-doce é delicioso e ótimo para a saúde.
ÓLEO DE CRAVO-DA-ÍNDIA
O óleo de cravo-da-índia, indicado para unhas fracas, combate micoses de unha, frieira e manchas brancas nas costas. É anti-séptico, antibiótico, antiviral, antifúngico, antiinflamatório, antiparasitário e analgésico. É muito usado na odontologia como analgésico e anti-séptico. Massageado na gengiva do bebê, alivia as dores da dentição. Para isso deve ser diluído em um pouco de água, pois sozinho pode causar queimadura na boca do neném.
Receita de óleo de cravo-da-índia

30 gramas de cravo-da-índia
200 ml de óleo de oliva ou girassol
Misture tudo e cozinhe em banho-maria por uma hora. Deixe esfriar, coe e guarde em um vidro limpo e seco.
Use esse óleo para massagear as unhas.

EXTRATO DE CRAVO-DA-ÍNDIA
Use o extrato de cravo-da-índia para acabar com fungos e traças. Dissolvido em álcool ou água, pode ser usado como aromatizante ambiental. Misturado com água, funciona como anti-séptico bucal. Uma colher de chá do extrato em um copo de água serve para coceira na vagina. Basta enxaguar o local duas vezes ao dia, pela manhã e antes de dormir.
Como fazer

100 gramas de cravo-da-índia
Um litro de álcool de cereais

Misture tudo e coloque em um vidro escuro. Deixe guardado por cinco meses, coe e recoloque no vidro escuro.
TINTURA DE CRAVO-DA-ÍNDIA

Coloque 50 gramas de cravo em um litro de álcool etílico ou de qualquer bebida muito alcoólica, como cachaça, aguardente, rum e brande.
Deixe repousar. Dentro de uma semana já está pronta para usar. Não precisa coar e dura anos.
A tintura de cravo serve para dor de dente, inflamação na garganta, no estômago, no aparelho digestivo e para afecções da pele, inclusive micoses.
Para prisão de ventre, friccione a barriga, em movimentos circulares no sentido horário (da direita para a esquerda), com quatro ou cinco gotas de tintura de cravo misturada com um pouco de óleo vegetal. A tintura também pode ser usada, junto com creme, bálsamo ou óleo vegetal, para massagear áreas doloridas.
A dosagem interna é uma ou duas gotas em uma colher de sopa cheia de água duas ou três vezes ao dia até desaparecerem os sintomas.

Medite!!!!!!!

"Solidão é quando você está sentindo falta do outro. 
Solitude é quando você está encontrando a si mesmo."
OshoFoto: "Solidão é quando você está sentindo falta do outro. 
Solitude é quando você está encontrando a si mesmo."
Osho

sábado, 2 de junho de 2012

Entre a Serpente e a Estrela - Zé Ramalho

Mamografia só deve ser realizada por mulheres após os 40 anos


O benefício de se submeter a mamografias antes dos 40 anos é baixo, de acordo com estudo americano publicado esta semana no Journal of the National Cancer Institute.
Pesquisadores da Universidade de Carolina do Norte examinaram registros de 117 mil mulheres de 18 a 39 anos que realizaram o exame entre 1995 e 2005 e as acompanharam por um ano. As pacientes apresentaram índices muito baixos de câncer de mama, mas se sujeitaram à indicação excessiva de novos exames, o que causou um investimento financeiro e emocional inútil, sem falar na exposição desnecessária à radiação.
Como comparação, os pesquisadores reduziram hipoteticamente o universo pesquisado em 10 mil mulheres de 35 a 39 anos. Nessa proporção, 1.266 teriam de realizar outros exames, 1.250 receberiam falsos positivos e somente 16 teriam um câncer detectado.
O medo de desenvolver esse tipo de câncer e a falsa impressão de que o exame é crucial na prevenção da doença faz com que as pacientes jovens solicitem a seus médicos a realização precoce da mamografia.
"Existem jovens que querem fazer o exame semestralmente . Mas ele só deve ser feito como rotina acima dos 40 anos, pois uma das limitações da mamografia é não conseguir apontar lesões em mamas muito densas, características das mulheres mais jovens e sem filhos", afirma a mastologista Maira Caleffi, presidente da Femama (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama).
Para pacientes dessa faixa etária, o mais recomendado pelos especialistas é o exame clínico, realizado por médico habilitado, como o ginecologista, e o autoexame rotineiro, por meio do qual a mulher pode encontrar alguma anomalia e comunicar o médico.
"Tenho três ou quatro casos de pacientes jovens com câncer por mês: 80% delas suspeitaram de alterações e me procuraram", acrescenta Caleffi.
No Brasil, 26% das mulheres entre 25 e 29 anos e 40% das que têm entre 30 e 39 realizaram mamografia ao menos uma vez, segundo levantamento de 2008 da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), realizada pelo IBGE.
Indicações precisas
A recomendação oficial do Instituto Nacional de Câncer (INCA) é que a mamografia seja realizada como rotina a cada dois anos a partir dos 50 anos e que o exame clínico seja feito anualmente a partir dos 40.
Mulheres com alto risco, isto é, com histórico próprio, na família ou mutações genéticas que favorecem o câncer de mama, devem fazer mamografia anual desde os 35 anos, acompanhada de exame clínico.
"Para a população mais jovem, não há recomendação oficial, porque o INCA se baseia em evidências científicas: estudos iniciais mostram que os benefícios das intervenções se acumulam a partir dos 40 anos", diz Ronaldo Correa, técnico da Divisão de Apoio à Rede de Atenção Oncológica do instituto. E acrescenta: "A Associação de Câncer dos EUA possui uma tabela de risco de câncer de mama por faixa etária por intervalos de 10 anos. De 20-30 anos o risco é de 1/1.837, de 30-40 é de 1/234, de 40-50 é de 1/70, de 50-60 é de 1/40, de 60-70 é de 1/28 e 70-80 é 1/26. (da Folha de S. Paulo com Agência INCA de Notícias)
Mamografia só deve ser realizada por mulheres após os 40 anos, diz estudo americano06/05/2010 - O benefício de se submeter a mamografias antes dos 40 anos é baixo, de acordo com estudo americano publicado esta semana no Journal of the National Cancer Institute.
Pesquisadores da Universidade de Carolina do Norte examinaram registros de 117 mil mulheres de 18 a 39 anos que realizaram o exame entre 1995 e 2005 e as acompanharam por um ano. As pacientes apresentaram índices muito baixos de câncer de mama, mas se sujeitaram à indicação excessiva de novos exames, o que causou um investimento financeiro e emocional inútil, sem falar na exposição desnecessária à radiação.
Como comparação, os pesquisadores reduziram hipoteticamente o universo pesquisado em 10 mil mulheres de 35 a 39 anos. Nessa proporção, 1.266 teriam de realizar outros exames, 1.250 receberiam falsos positivos e somente 16 teriam um câncer detectado.
O medo de desenvolver esse tipo de câncer e a falsa impressão de que o exame é crucial na prevenção da doença faz com que as pacientes jovens solicitem a seus médicos a realização precoce da mamografia.
"Existem jovens que querem fazer o exame semestralmente . Mas ele só deve ser feito como rotina acima dos 40 anos, pois uma das limitações da mamografia é não conseguir apontar lesões em mamas muito densas, características das mulheres mais jovens e sem filhos", afirma a mastologista Maira Caleffi, presidente da Femama (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama).
Para pacientes dessa faixa etária, o mais recomendado pelos especialistas é o exame clínico, realizado por médico habilitado, como o ginecologista, e o autoexame rotineiro, por meio do qual a mulher pode encontrar alguma anomalia e comunicar o médico.
"Tenho três ou quatro casos de pacientes jovens com câncer por mês: 80% delas suspeitaram de alterações e me procuraram", acrescenta Caleffi.
No Brasil, 26% das mulheres entre 25 e 29 anos e 40% das que têm entre 30 e 39 realizaram mamografia ao menos uma vez, segundo levantamento de 2008 da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), realizada pelo IBGE.
Indicações precisas
A recomendação oficial do Instituto Nacional de Câncer (INCA) é que a mamografia seja realizada como rotina a cada dois anos a partir dos 50 anos e que o exame clínico seja feito anualmente a partir dos 40.
Mulheres com alto risco, isto é, com histórico próprio, na família ou mutações genéticas que favorecem o câncer de mama, devem fazer mamografia anual desde os 35 anos, acompanhada de exame clínico.
"Para a população mais jovem, não há recomendação oficial, porque o INCA se baseia em evidências científicas: estudos iniciais mostram que os benefícios das intervenções se acumulam a partir dos 40 anos", diz Ronaldo Correa, técnico da Divisão de Apoio à Rede de Atenção Oncológica do instituto. E acrescenta: "A Associação de Câncer dos EUA possui uma tabela de risco de câncer de mama por faixa etária por intervalos de 10 anos. De 20-30 anos o risco é de 1/1.837, de 30-40 é de 1/234, de 40-50 é de 1/70, de 50-60 é de 1/40, de 60-70 é de 1/28 e 70-80 é 1/26. (da Folha de S. Paulo com Agência INCA de Notícias)

Mamografia!!!!!!!


Neste artigo:
Definição
Mamograma é um exame radiológico que examina o tecido da mama.

Quando é usado? 
mamografia é útil para detectar o câncer de mama em fase inicial podendo descobrir alguns tipos de cânceres antes de você ou até mesmo antes de seu médico poder sentir um nódulo. O mamograma também pode ser usado parar conferir um nódulo achado num exame físico ou no auto-exame. Eles podem ajudar a determinar quais nódulos são cancerosos e quais são benignos. Porém, todo nódulosuspeito deveria passar por biopsia ou removido, até mesmo quando o nódulo parece benigno no mamograma que pode mostrar exatamente onde o nódulo está localizado na mama antes da cirurgia ou da biópsia para removê-lo.

Que providencias devem ser tomadas para o exame? 

Esteja seguro que suas axilas e tórax estejam limpos. Não use qualquer desodorizante ou perfumes no dia do exame. Estes produtos podem dificultar a interpretação do exame.

O que acontece durante o procedimento?

O mamograma é feito no consultório médico ou em uma clínica radiográfica. Será solicitado que retire sua camisa e sutiã. O técnico usará uma máquina grande para realizar as radiografias de cada mama. O procedimento geralmente leva só alguns minutos e normalmente não é doloroso. Porém, sentirá um pouco de pressão quando as mamas forem apertadas entre os dois pratos para as radiografias, podendo doer um pouco por algum tempo. Cada posição para fazer a radiografia requer alguns segundos.

O que acontece depois do procedimento? 
Pergunte ao seu médico como ficará sabendo os resultados e quando você deverá fazer outro mamograma. Comparar uma série de mamogramas feitos em momentos diferentes (por exemplo, cada ano) no mesmo consultório ou clínica pode facilitar o diagnóstico do câncer precoce. A Sociedade Americana de Câncer recomenda que se você possuir entre 35 e 39 anos, deve programar um mamograma básico de prevenção. A partir dos 40 anos de idade, deve realizar um mamograma a cada 2 anos. E se e você possuir 50 anos ou mais, deve realizar um mamograma a cada ano. E ainda, se possuir risco decâncer de mama, mais cedo e mais freqüente o mamograma é recomendado. Seu médico deverá fazer um exame de mama todo ano.
Quais são os benefícios deste procedimento? 

mamografia irá ajudar o médico a diagnosticar várias alterações da mama freqüentemente diagnosticando o câncer de mama numa fase inicial. Uma a cada oito mulheres nos E.U.A. desenvolverácâncer de mama durante sua vida. Quanto mais bem localizado e menor for o tumor na hora do diagnóstico e tratamento, maior será a probabilidade de cura. O mamograma permite o diagnóstico de alguns tipos de câncer de mama de 1 a 2 anos antes do médico ou do paciente poder senti-lo no auto-exame. Há uma chance melhor de cura se o câncer for diagnosticado em fase inicial.

Quais são os riscos a este procedimento?

Não há nenhum risco significativo conhecido do mamograma se for seguido o protocolo habitual. Discuta qualquer preocupação que possa ter com seu médico.

Procure ajuda médica se:
Achar qualquer mudança em suas mamas no auto-exame, especialmente se encontrar um nódulo ou se tiver alguma dúvida.

Desenvolvido por Phyllis G. Cooper, R.N., M.N., e Clinical Referencce Systems.
Copyright © 1998 Clinical Referencce Systems

RECEITA DE VITAMINA DIURÉTICA



Depois de um final de semana cheio de exageros, é hora de retomar a dieta novamente até alcançar a meta estabelecida. Para compensar os dois dias regados a comidas calóricas, o ideal é começar o regime novamente com pratos light e naturais.
Comece o seu dia com uma deliciosa vitamina de melão, uma fruta cuja composição é rica em água e, graças a isso, tem ação diurética. Fonte de minerais como potássio e magnésio, importantes para ocontrole da pressão arterial. Anote a receita:
3 copos de leite bebida de arroz
3 fatias médias de melão picadas
2 colheres de sopa de óleo de coco
1 colher de sopa de mel
5 folhas de hortelã
5 folhas de agrião
Cubos de gelo a gosto
Folhas de hortelã para decorar




Preparo: ponha no liquidificador a bebida de arroz, o melão picado, o óleo de coco e o mel. Bata até ficar homogêneo. Acrescente a hortelã, o agrião e o gelo e bata mais um pouco. Despeje em copos altos e sirva imediatamente, decorado com folhas de hortelã.
Rendimento: 3 porções
Valor Calórico: 113 kcal por porção
* O óleo de coco é rico nos ácidos láurico e caprílico, o que lhe confere atividade antiviral e antibacteriana. É também um potente imunomodulador. A hortelã possui propriedades digestivas, pois aumenta a acidez estomacal.
Fonte: Rede Mundo Verde

Histerectomia: quando a cirurgia de retirada de útero é necessária?


Nos Estados-Unidos, cerca de 600 a 700 mil mulheres perdem seus úteros anualmente. No Brasil, os números não são menos assustadores. Embora não haja estatísticas precisas, o volume anual de histerectomias é da ordem de 200 a 300 mil, com taxa de mortalidadevariando de uma a duas por mil cirurgias realizadas.
Ao mesmo tempo, grande parte dos recursos do Ministério da Saúde tem sido gastos com internação de mulheres para tratamento de doenças gênito-urinárias. Muitos procedimentos e cirurgias desnecessárias, por vezes de efeito nocivo, poderiam ser evitados através de ações educativas e campanhas de esclarecimento.

Devemos estimular as mulheres a exercerem seu direito de opção por novas técnicas e descobertas científicas, participando ativamente damelhora na qualidade de sua assistência médica e na escolha do seu tratamento.
Apesar de muitas pacientes desejarem ouvir uma segunda opinião, muitas relutam em fazê-lo para não aparentar falta de confiança no seu médico. Entretanto, os próprios profissionais concordam que esta é uma ótima idéia, especialmente para aquelas que estão diante de um diagnóstico mais severo, ou quando em vias de serem submetidas a determinados procedimentos mais radicais./strong>

Para se ter uma idéia do problema, em artigo publicado no New England Journal of Medicine, na sua edição de março de 1993, já se comentava sobre o exagero de mulheres que anualmente perdiam seus úteros nos EUA, a publicação atribuía essa situação dramática à “falta de conhecimento dos profissionais por outras opções terapêuticas”.
O citado artigo revela também que “cerca de 90% das histerectomias (retiradas do útero) são realizadas a fim de eliminar doenças benignas, e executadas sem qualquer tentativa terapêutica prévia — o que pode ser considerado um abuso cirúrgico”. Esta análise demonstra que embora a opinião do seu médico seja confiável, muitas dúvidas podem existir; e todos têm o direito, e mesmo a obrigação, de consultar uma segunda opinião.
Abastecido de todos os esclarecimentos, ficará mais fácil e seguro decidir qual o melhor caminho para a solução do problema. Quando os conceitos e as práticas não progridem com a velocidade que os fatos requerem, deixamos de contribuir com a evolução e tornamo-noscúmplices do desconhecimento.
Quando a histerectomia é necessária?
No passado, a falta de recursos para diagnósticos mais precisos gerou uma indiscriminada indicação de histerectomias, até mesmo como uma forma de evitar-se um futuro câncer. Numa atitude simplista, irracional e perversa, o útero era considerado um órgão inútil e descartável. Sob a nova visão filosófica da ginecologia contemporânea, preservar o corpo humano íntegro e em harmonia significa preservar a saúde física e psicológica da mulher.




Com o advento de novos exames (papanicolau, colposcopia, ultrassonografia, ressonância magnética, videohisteroscopia), que possibilitam uma melhor avaliação das doenças uterinas, esses objetivos vêm sendo alcançados.
Entretanto, a retirada do útero algumas vezes precisa ser considerada, embora a grande interrogação seja determinar o momento exato em que ela deva ser realizada.
A histerectomia hoje dever ser indicada de forma absoluta apenas para estes casos:
Câncer de colo uterino
Câncer de colo uterino invasivo
Úteros muitos volumosos e/ou deformados por múltiplos miomas
Hiperplasia endometrial complexa com atipias
Câncer de ovário
E pode ter indicação discutível nas seguintes condições:
Dismenorréia (cólicas menstruais) de forte intensidade
Dor pélvica crônica de origem uterina
Endometriose/adenomiose
Prolapso uterino (queda do útero)
Miomas
Sangramento uterino anormal sem causa aparente/não responsivo ao tratamento
Ainda assim, mesmo quando a cirurgia for bem indicada e realizada dentro da técnica mais apurada, temos que lembrar que a histerectomia é uma cirurgia de grande porte e deve ser a solução de último recurso, quando não for obtido sucesso com tratamentos mais conservadores.
Fonte: Clínica Prof. Dr. Cláudio Basbaum / www.claudiobasbaum.med.br