terça-feira, 23 de outubro de 2012

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fonte autoconhecimento e liderança.

Prática de atividade física evita dívidas e compras por impulso

Sabemos que a prática de exercícios físicos promove a qualidade de vida e a manutenção da saúde e da força física. A prática diária e constante de exercícios físicos nos traz ganhos variados: controle de doenças coronárias, manutenção de taxas saudáveis de colesterol e de pressão arterial, diminuição dos sintomas críticos da TPM e melhora da perfomance sexual.

Mas aposto que você sequer imaginava que uma boa caminhada no calçadão ou nas trilhas do parque ao lado da sua casa, ou aquela ida clássica à academia poderia nos ajudar a nos livrarmos das dívidas? Ou, ao menos, a não contrair novas dívidas, especialmente aquelas originadas nas compras por impulso.

Não é difícil entendermos as razões de tal afirmação.

A serotonina é um neurotransmissor importante no equilíbrio do humor. Na falta desse neurotransmissor, ou diminuição dos seus níveis, podem aparecer sintomas como depressão, apatia, mau humor ou patologias muito sérias como TOC -Ttranstorno ObsessivoCompulsivo. Todas nós sabemos disso, ainda que intuitivamente, por isso recorremos à salvadora barra de chocolate em momentos down. O chocolate contém triptofano, que é um aminoácido que é convertido em serotonina nos neurônios, que por sua vez incentiva a produção dos hormônios do prazer e da satisfação. Bem, compras por impulso produzem esse efeito também.
Comer chocolate produz mesma sensação de bem-estar provocada por uma compra por impulso

E as barras de musculação – tal qual as barras de chocolate e as compras - também funcionam nesse caso, porque a prática de exercícios estimula a produção desses hormônios do bem, que promovem o bem-estar e o bom humor, possibilitando o aumento das sensações de euforia e contentamento.
Certas compras por impulso que fazemos, como aquele celular que só falta falar, nos traz contentamento e bem-estar, aumentando assim o nível de serotonina em nosso organismo, mais ou menos o equivalente a uma barra de chocolate derretendo no céu da boca.

Como não posso sugerir que você substitua as compras por algumas barras de chocolate, porque entre os efeitos colaterais estão as gordurinhas nos culotes, acho de bom tom sugerir que você busque a serotonina em uma boa série de exercícios físicos, que também ajudam a produzir os hormônios do bem-estar e da satisfação - com a aprovação do seu médico, é claro!.

Assim, em momentos críticos como o da TPM, ao invés de pegar o cartão de crédito e ir às compras na hora do almoço, ou antes de atirar o grampeador na cabeça do seu chefe, esqueça o chocolate e o Prozac e procure pela serotonina nas academias de ginástica. Mesmo sendo caras para muitas de nós, as mensalidades das academias ainda serão mais baratas do que atrasar o pagamento de um cartão de crédito e ter que pagar juros. E você ainda sai ganhando: bumbum mais rígido, coração mais forte e solidez na conta bancária.

fonte Vya Estelar

Será que você é refém do dinheiro? por Valéria Meirelles

Antes de falar sobre as patologias financeiras, para o melhor entendimento do assunto, prefiro começar definindo o que é uma patologia: *o estudo da doença com a finalidade tanto de compreender sua causa como aplicar esse conhecimento ao tratamento de pacientes.

A palavra “patologia” é derivada do grego, onde pathos significa sofrimento, doença; e logia, significa ciência, estudo. Portanto, o estudo das doenças em geral sob aspectos determinados. No nosso caso, sob os aspectos financeiros.

Não é fácil escrever sobre patologias financeiras, pois ainda não existem amostras significativas de pesquisas, embora haja estudos sobre elas em várias áreas além da Psicologia, como Antropologia, Psicologia Social, Sociologia, Teologia, Filosofia além claro, da Psicanálise, com grandes contribuições de Freud. Então, vamos a elas:

As patologias que vemos com mais frequência em nosso dia a dia são a compulsão por comprar, quando o indivíduo compra sempre ou muito; e o famoso “pão-duro”, aquele que “vive como pobre e morre rico”, pois passa uma vida de privações pelo prazer de ter muito dinheiro na conta. Para quem não imaginava, sim, ambos os casos são patologias financeiras!

Existem também os indivíduos que jogam compulsivamente, os que colecionam objetos, os que negociam pelo amor (Love Dealers), os obcecados em fazer dinheiro, entre tantos outros.

Para identificar tais patologias precisamos ter clareza de algumas informações fundamentais: onde, quando, com que frequência o comportamento ocorre e suas repercussões e consequências. Assim, seremos capazes de contextualizá-lo e entender seu significado, para finalmente partirmos para um tratamento.
Necessidade por segurança

Vamos começar pela “Necessidade por Segurança”. Antes que você imediatamente se reconheça – comigo foi assim também – e já se julgue doente, faremos perguntas-chave , conforme mencionado acima: onde e quando a necessidade por segurança torna-se patológica? Em quais circunstâncias?

Considerando a sociedade capitalista em que vivemos, dinheiro atua como importante ferramenta para nos dar os bens materiais de que necessitamos para viver com dignidade, e também para realizar nossos sonhos e nos dar muitas vezes o status social que almejamos.

De uma forma bem linear raciocinamos: “mais dinheiro, mais segurança”, como se ele fosse nosso cinto de segurança contra todas as intempéries da vida. E até pode ser, mas claro que nem sempre.

A questão torna-se patológica quando as pessoas ficam reféns dessa segurança, com medo de perder o dinheiro e ameaçadas por qualquer situação que a impeça de sentir a emoção propiciada pelo dinheiro, seja pelas compras compulsivas, pelos que se punem, pelos caçadores de promoções ou pelos colecionadores fanáticos que acumulam ao longo da vida uma série de objetos, que dão a ilusória sensação de superioridade e poder. Aos poucos falaremos de cada um deles.

Para Goodberg e Lewis, os autores que seguiremos neste texto, há as pessoas que precisam fervorosamente de dinheiro como segurança, outras como poder, amor e, liberdade. Hoje falaremos da primeira: segurança.

1- Os poupadores compulsivos

Para eles, a principal recompensa é o dinheiro poupado. Não importa quão sacrificante seja a economia que terão que fazer, vale a pena a satisfação de constatar que o dinheiro está na conta corrente, poupança, imóveis e outros investimentos. Nada é mais importante e prazeroso.
No popular, é o “pão-duro” ou “mão de vaca”.

Suas atitudes em relação a economizar chegam aos extremos de gerar desconforto e aversão àqueles que estão perto, inclusive na família, pois estendem a necessidade de poupar indistintamente a todos os seus membros, obrigando-os muitas vezes a economias preocupantes como por exemplo, não ter seguro saúde.

Criam um estigma de pessoas mesquinhas, mas não se importam, sentem-se felizes assim.

Às vezes geram conflitos nas relações interpessoais, pois é sabido que possuem dinheiro, mas optam por não gastá-lo independentemente da situação.

No casamento, quando um dos cônjuges tem essa característica, é importante que o casal converse muito sobre a forma pela qual administrarão o dinheiro a fim de evitarem problemas futuros.

2- Os autonegados (Self-denier)

Para os autonegados poupar também é fundamental, mas exigirá uma dose de sacrifício que será alardeada aos quatro ventos, pois a economia será feita só mais em relação às suas próprias coisas e um pouco menos com os demais.

Por exemplo: são as pessoas que gastam pouco consigo mesmas e quando gastam com os outros (filhos, maridos, pai, mãe, familiares, amigos), dizem que estão comprando ou fazendo algo mais simples pois estão com pouco dinheiro, etc, etc. No popular, “desfiam um rosário de lamúrias”, para explicar que apesar de não terem dinheiro suficiente, estão dando algo para o outro e fazem questão de deixar isso bem explícito. Em contrapartida, a conta bancária ou os investimentos, crescem.

A questão aqui é a necessidade de segurança associada ao autoflagelo (diferente da patologia anterior) e busca pela legitimação do outro no sentido de ouvir: “puxa vida, é mesmo, você se sacrificou por mim, obrigado”.

Gastar quase nada consigo mesmo, pouco dinheiro com o outro e deixar claro o sacrifício que isso representa para ter o apreço dos demais é o padrão que mais agrada os autonegados.

3- Os caçadores compulsivos de promoções
Nessa patologia, o dinheiro é poupado arduamente e pelo maior tempo possível para ser usado naquela megapromoção anual das lojas X, Y, Z. E aí, vale a quantidade de produtos adquiridos, independente da qualidade.

Ao final, mesmo comprando muitas coisas que nem valeriam tanto a pena, mas que estavam com preços excelentes, a sensação de que ganharam dinheiro na promoção vale cada dia e centavo poupados.

Revelando comportamento irracional, a emoção deriva do fato de as pessoas se sentirem mais espertas que as outras comprando somente nessas promoções. A questão é que trocam quantidade por qualidade na busca de mostrar ao outro “seu poder de fogo”, o que quase nunca é verdadeiro.
4- Os colecionadores fanáticos
Os colecionadores fanáticos tendem a acumular qualquer tipo de coisa que represente um valor para eles, independente do que seja. Precisam de quantidade e foco na acumulação material desses objetos, a fonte maior para terem afeto e segurança.

Estão sempre comprando mais uma peça da coleção de elefantes, de selos, mapas, tampinhas de garrafa, sapos, gibis, enfim, de qualquer coisa que consideram importante e claro, recusam-se terminantemente a dar tais peças.

Podem dar suas vidas para adquirir aquele objeto “X” e encontram nesse comportamento de colecionar, um sentido para suas vidas, evitando assim, inconscientemente, sentimentos de solidão e isolamento.

E de uma “maneira fácil”, vamos assim dizer, porque objetos não exigem nada em troca, além de darem aos colecionadores, uma sensação de status e poder por terem objetos em quantidade e na maioria das vezes, diferenciados.

Alguma lacuna emocional faz com que se sintam vencedores pela acumulação de objetos e isso é o que importa, afinal, segurança não é para perdedores.

Reflexão 

Como costumamos dizer na prática clínica, não é exatamente o que você faz - desde que tenha uma postura ética – mas como faz e o sentido daquilo em sua vida que dará um significado diferente às experiências.

Claro que todos nós já colecionamos ou ainda colecionamos algo, já ajudamos alguém próximo e demos uma “alavancada no valor” da atitude, já corremos atrás de uma promoção alucinante e talvez já tenhamos poupado e alucinadamente numa época da vida em que isso fazia sentido.

Porém, os problemas surgem quando ficamos presos exclusivamente a esses padrões e deixamos de olhar para os lados e viver outras possibilidades.

Como bem colocou o consultor, psicanalista e doutor em economia Kets de Vries: “Nos assuntos de dinheiro, tudo é uma questão de equilíbrio”.

fonte Vya Estelar

Saúde mental da mulher: principais inimigos são fatores psicossociais por Joel Rennó Jr.


A luta feminina pela verdadeira felicidade ainda está longe do seu final. Vários fatores corroboram o meu ponto de vista. A mulher acaba tendo múltiplos papéis sobrecarregados e cobranças sociais e familiares, com conflitos conseqüentes envolvendo a educação dos filhos e a colaboração ativa como profissional. Seu trabalho ainda é desqualificado, apesar das evoluções recentes.
Vivemos em uma sociedade compressora e massacrante, altamente geradora de estresse, através de padrões pré-estabelecidos que tentam impedir uma reflexão individualizada. Modelos prontos de felicidade são vendidos por alguns autores de livros de auto-ajuda. A mídia cria, em algumas situações, estereótipos incongruentes e reducionistas do espectro comportamental feminino. Não podemos compactuar com esses estereótipos medíocres e preconceituosos.
Muitos medos e mitos existem como: temor do envelhecimento, perda da libido e da beleza, risco do envolvimento dos filhos com drogas e violência e o fim do casamento ou relacionamento.

Individualidades são constantemente desrespeitadas e transgredidas na sociedade atual. Muitos casamentos e relacionamentos acabam sendo desfeitos, sem chances concretas de uma transformação construtiva e criativa de ambas as partes. Viver diferenças exige generosidade e amadurecimento psíquico para que se possa estabelecer uma comunicação no relacionamento.

A ação contra certos estereótipos envolve a capacidade de entrega ao outro e a si mesma, assumindo suas fragilidades. Por que não pedir uma ajuda ou "colo" quando se sente fragilizada? Por que evitar alguns comportamentos com medo de exposição e críticas?
Muitas mulheres sofrem por aceitarem tais regras. Essas queixas consomem o psiquismo feminino. A evolução deve ser bilateral, exigindo também um processo de amadurecimento psicológico dos homens envolvidos nestes relacionamentos.
O envelhecimento deve ser encarado como uma dádiva. Rugas e alguma obesidade, independente dos inúmeros e dispendiosos tratamentos estéticos, chegarão cedo ou tarde. A velhice é inevitável. Mesmo assim, alguns homens ainda teimam em menosprezar suas parceiras, humilhando-as, ao exigirem, até ironicamente, um corpo e uma pele de menina aos 50 anos de idade. Em que nível fica a cumplicidade de um convívio íntimo estabelecido ao longo de décadas?
No meu consultório atendo mulheres que já estão na menopausa. Elas se sentem tristes, isoladas e desprezadas por seus companheiros e até filhos. Seu direito de transmitir conhecimentos e sentimentos são renegados, bem como sua sexualidade. Como se isso fosse um privilégio apenas dos jovens.
O parâmetro de juventude não pode ser considerado apenas pelos atributos físicos e número de anos vividos. A afetividade, a espiritualidade e a verdadeira sensualidade tornam-se secundárias e inúteis frente a uma sociedade que cultiva o corpo, o dinheiro, o consumismo excessivo e a permanência de uma imagem fixa e caricata de adolescente.
Conselhos

É necessário que você cuide de todos os aspectos da sua saúde. Procure não se enquadrar nas neuroses da modernidade como a eterna juventude e protótipos de uma felicidade artificial construída sobre um frágil e volátil pilar humano, que só gera angústias e perdas irreversíveis.
Entregue-se a um sentimento amplo de amor e paixão pelos seus semelhantes e pelas suas respectivas vidas, aproveitando em doses homeopáticas, a mágica dos períodos de transição e envelhecimento. Se precisarem, não hesitem em procurar uma ajuda especializada em saúde mental. Nem sempre o caminho solitário na busca de uma reestruturação psicológica é o ideal.

fonte Vya Estelar
Foto: Chás e dietas anti-celulite só funcionam após uma boa desintoxicação, olhem que dica maravilhosa da coleguinha Larissa Paganini para começar a semana ^^ Bom dia!

Elimine Celulite:

Diminua o consumo de sal que causa retenção de líquidos e edemas, e de alimentos gordurosos e frituras. Reduza o consumo de bebidas alcoólicas, cafeinadas e refrigerantes que diminuem o calibre das artérias, dificultando a circulação; aumente o consumo de fibras, água e chás.

Mulher da Arábia Saudita é primeira diretora de cinema do país.

Na Arábia Saudita, as mulheres não podem dirigir, votar ou trabalhar com homens, mas uma cidadã saudita tornou-se a primeira pessoa a dirigir um filme no país. Haifa al Mansour dirigiu um longa metragem - intitulado Wadjda - que vem recebendo boas críticas internacionalmente mas não pode ser exibido na Arábia Saudita porque não há cinemas no país e poucos filmes são vistos em público. O filme inova por ter sido filmado no reino árabe com um elenco inteiramente saudita que inclui, surpreendentemente, duas mulheres em papéis principais. Wadjda deverá ser lançado no ano que vem. Sonho Infantil Quando Mansour era criança, vivendo em uma cidade pequena na Arábia Saudita, sonhava em fazer filmes mas achava que isso nunca aconteceria em um país onde há muitas restrições em relação aos tipos de trabalho disponíveis para as mulheres. Por sorte, seu pai acreditava que, apesar de seu sexo, ela poderia conquistar o que quisesse em sua vida. Ainda assim, Haifa sofreu muita pressão para abandonar seus planos profissionais. "A Arábia Saudita é muito tribal", ela disse. "Pessoas da nossa família escreviam cartas para ele dizendo: 'como você ousa deixar sua filha fazer isso?'", disse a diretora. "Existe pressão social em muitas famílias para que controlem suas filhas e ele nunca deu ouvidos a essas coisas". Após Mansour ter lançado três curtas e um documentário - ganhador de um prêmio - o que ela ainda não tinha conseguido fazer era dirigir um longa metragem - um feito que, aliás, ninguém, homem ou mulher, havia alcançado no país. Em 2006, foi lançado o longa Keif al-Hal?, tido como a primeira super produção saudita. Mas o filme, embora estrelado por uma atriz saudita, foi filmado em Dubai por um diretor palestino. O pai de Haifa al Mansour morreu há alguns anos e não pôde presenciar a grande conquista de sua filha. O longa de estreia da cineasta foi exibido no festival de cinema de Veneza e no London Film Festival. "Ele tinha muito orgulho, queria me apoiar e compartilhar do meu sonho", ela contou. "É muito difícil encontrar algo assim na Arábia Saudita". Desafios Wadjda conta a história de uma menina de dez anos de idade vivendo na capital saudita, Riyadh, que sonha ter uma bicicleta em uma sociedade que vê bicicletas como uma ameaça à virtude feminina. "Para mim, é claro, (a bicicleta) é uma metáfora mas também é um brinquedo, no senso comum". O filme obteve permissão oficial, foi parcialmente financiado por um príncipe saudita e filmado em locações durante seis semanas. Mas a diretora e sua equipe enfrentaram obstáculos que não são comuns em produções hollywoodianas. Na Arábia Saudita, as mulheres não têm permissão de trabalhar ao lado de homens ou de conviver com eles fora do âmbito da família. Elas também não podem ser vistas andando desacompanhadas pelas ruas. Portanto, durante as filmagens em áreas mais conservadoras da capital, Mansour teve de se esconder em uma caminhonete. "É um desafio, especialmente para as filmagens externas", ela disse. "Alguns bairros são conservadores, então tive de ficar em uma caminhonete e dirigir os atores por telefone ou walkie talkies". Ela disse, no entanto, que existe um sistema na Arábia Saudita para filmar dramas que gera um "circuito vibrante". E explicou que usou esse sistema para obter permissão e tornar seu sonho uma realidade. Não há testes abertos para a seleção de atores e é difícil encontrar mulheres ou meninas que apareçam nos filmes porque isso é visto de forma negativa pelo público mais conservador. Mansour disse que teve a sorte de encontrar a atriz principal, Waad Mohammed, de 12 anos de idade, uma semana antes do início das filmagens. "Ela estava usando fones de ouvido estilo anos 80 e tinha cabelo encaracolado", contou. "Ela é super esperta''. O filme teve uma recepção mista em casa, mas algumas mulheres sauditas enviaram mensagens positivas pelo Twitter. O desafio é conseguir que mais pessoas vejam a produção. Sem exibições públicas, a alternativa são DVDs ou TVs por satélite. Mansour acredita em trabalhar dentro do sistema para mudá-lo em vez de simplesmente ficar fora dele. "Tente fazer da forma como os sauditas fazem", ela recomenda. "Não seja um rebelde só por rebeldia". 


fonte:Zubeida Malik