quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Permita-se, não deixe de amar porque alguém te fez sofrer, para cada idiota que passa em sua vida, existe um alguém que só sonha em te fazer a pessoa mais feliz do mundo.. Bruno Faria ♥

Foto: Permita-se,

não deixe de amar porque alguém te fez sofrer, para cada idiota que passa em sua vida, existe um alguém que só sonha em te fazer a pessoa mais feliz do mundo..

Bruno Faria <3Porque é isso: quando sorri, eu tenho a impressão de que apertaram o interruptor que acende o sol, pois tudo clareia ao seu redor. Quando fala, eu tenho a impressão de que toda a vida canta a música bonita que a sua alma diz. Quando silenc
ia, eu tenho a impressão de que todas as coisas adormeceram um pouquinho até você acordá-las outra vez. Porque é isso: quando olha, eu tenho a impressão de que a primavera beijou todos os jardins, pois tudo parece florescer onde os seus olhos descansam. Quando está feliz, eu tenho a impressão de que o mundo inteiro brinca de roda com a sua alegria. Quando está triste, eu tenho a impressão de que todos os passarinhos do planeta estão temporariamente na muda e encolheram seu canto. Porque é isso: quando mostra as suas limitações é que eu vejo ainda mais o seu tamanho. Quando mostra o seu desconcerto é que eu vejo ainda mais a sua força. Quando mostra as suas dores é que eu vejo ainda mais a sua vitória. Quando mostra os seus medos é que eu vejo ainda mais a sua coragem. Quando mostra as suas sombras é que eu vejo ainda mais o seu lume. Porque é isso: o amor, primeiro, é toque na pele arrepiada de encanto que reveste a alma. Depois, sopra o seu arrepio pra pele encantada que reveste o corpo. Então, acontece o milagre do corpo e da alma se encontrarem, se abraçarem, e se misturarem num encanto só. Eu sento na beira da praia dos seus olhos, incontáveis vezes, perto ou longe de você, só pra apreciar de novo. Porque o amor é isso também: essa admiração que não cansa de se reinventar a cada onda.”

Ana Jácomo

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Ao escolher nascer mulher, fiz um pacto com a Criação. Um pacto de cooperação .

Nascer Mulher!Por Maria Aparecida Roque-Kottkamp
Crônica escrita especialmente para o Dia Internacional da Mulher, 8.03.2012
Ao escolher nascer mulher, fiz um pacto com a Criação. Um pacto de cooperação .
Minha tarefa: cooperar em alto nível.
Sei que muitas fêmeas de outras espécies também cooperam. A girafa, a macaca, a patinha da vizinha...
Aliás, sou muito próxima de quase todas as espécies
, menos a das lesmas. Não gosto de lesmas. São rastejantes e nojentas e também cooperam a seu modo. Mas das cobras eu gosto. Embora rastejantes, não são nojentas. Elas têm iniciativas e são temidas.
É muito bacana ser mulher.
Sabe, essa qualidade nossa de não diminuir, não abandonar, de proteger e de acolher que compõe a nossa natureza? Faz toda a diferença. E é o que dá mais saúde e humanidade ao mundo.
Adoramos curar!

Vai um chazinho aí?
Machucou? Vem cá que vou limpar isso.Vou colar um curativo.
Está tristinho... Quer conversar um pouco?

Ser mulher é participar da vida em suas várias dimensões.
Participamos da vida quando lutamos por igualdade e por justi ç a. Mulher odeia injustiças!Participamos da vida quando plantamos
roçados, cuidamos de jardins, preparamos uma comida, pregamos botões em camisas, desenvolvemos projetos, participamos de decisões importantes mundo afora, alfabetizamos crianças nas escolas, ensinamos nas universidades, quando gerenciamos famílias e empresas, governamos nações, amamentamos nossos bebês.

Foto : MST
Minha irmã tem 9 filhos.
Ela corta cana e colhe laranjas como outras tantas mulheres para manter a família.
Nos sábados, vai dançar com as amigas.
Nos domingos, cozinha para os filhos, noras, netos e amigos que vêm comer de sua deliciosa macarronada dos domingos!
Ela cozinha cantando.
Minha amiga também cozinha cantando nos domingos.
Mulher não faz guerra.
Mulher dança.
Mulher canta.
Eu canto e danço também.
Eu danço com a vida e para alegrar-me!
Eu cozinho, limpo, lavo e passo.
Foto de M.A.Roque-Kottkamp
Eu também escrevo.
Fiz um pacto com a Criação: cooperar em alto nível.
Eu penso que nascer mulher é uma escolha.
E por ser uma escolha, nem Deus consegue limitá-la.
Lembra-se da Eva?
Lá no início? A primeira desobediente?
A que botou abaixo o Paraíso que até hoje é lamentado pelos preguiçosos?
Maravilhosa Iniciativa
Curiosa criatura.
Fazendo-se convencida por aquela maravilhosa serpente, come da maçã e vira tudo de pernas pro ar.
Nunca mais vida mansa!
Nunca mais mesmice!
Depois disso, Deus desiste da idéia de Paraíso.
E não podendo mais abortar o projeto, acha por bem deixar a criatura com sua escolha.
Sabe de uma coisa?
Penso que a mulher criou a si própria.
E que pode ter sido ela mesma que criou Deus. (?)
Foto
legal!

Ola Vencedores e Vencedoras,

Ola Vencedores e Vencedoras,

é com muito carinho que transmito 45 Lições de Vida escrita por Regina Brett, em seus 90 anos de idade, onde para celebrar seu envelhecimento, deixa estas sábias frases, um dos textos mais solicitados e especialmente postado aqui para vocês, confiram, leia, reflitam e ainda mais Sucesso,

Abraços, Flavio Souza.

1. A vida não é justa, mas ainda é boa.

2. Quando estiv
er em dúvida, dê somente, o próximo passo, pequeno.
3. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.
4. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Seus amigos e familiares
cuidarão. Permaneça em contato.
5. Pague mensalmente seus cartões de crédito.
6. Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar.
7. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.
8. É bom ficar bravo com Deus. Ele pode suportar isso.
9. Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.
10. Quanto a chocolate, é inútil resistir.
11. Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.
12. É bom deixar suas crianças verem que você chora.
13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é a jornada deles.
14. Se um relacionamento tiver que ser um segredo, você não deveria entrar nele.
15. Tudo pode mudar num piscar de olhos. Mas não se preocupe; Deus nunca pisca.
16. Respire fundo. Isso acalma a mente.
17. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre.
18. Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte.
19. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a segunda vez é por sua conta e
ninguém mais.
20. Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta.
21. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use lingerie chique. Não guarde isto para
uma ocasião especial. Hoje é especial.
22. Prepare-se mais do que o necessário, depois siga com o fluxo.23. Seja excêntrica agora. Não espere pela velhice para vestir roxo.
24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.
25. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você.
26. Enquadre todos os assim chamados “desastres” com estas palavras ‘Em cinco anos,
isto importará?’
27. Sempre escolha a vida.
28. Perdoe tudo de todo mundo.
29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo.
31. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.
32. Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.
33. Acredite em milagres.
34. Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa que você fez ou
não fez.
35. Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora.
36. Envelhecer ganha da alternativa — morrer jovem.
37. Suas crianças têm apenas uma infância.
38. Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou.
39. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares.
40. Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos todos os
outros como eles são, nós pegaríamos nossos mesmos problemas de volta.
41. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
42. O melhor ainda está por vir.
43. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.
44. Produza!
45. A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente.

As mulheres são maioria nas urnas desde 2000.

Marília Scriboni, da revista Consultor Jurídico) As mulheres são maioria nas urnas desde 2000. Nas eleições de 2012, as eleitoras — 71,6 milhões — serão 54,2% do total. Os eleitores do sexo masculino serão 66 milhões. Em um ano, o crescimento foi rápido, já que em outubro de 2011, elas representavam 51% dos votantes.


A curva é ascendente. Outubro de 1998 foi a última vez que elas foram minoria,
 com 49,1% do votos, segundo estatísticas do Tribunal Superior Eleitoral. Nas últimas eleições, em 2010, as mulheres já tinham 5 milhões de votos a mais que os homens.

Embora as mulheres representem metade do eleitorado brasileiro, a participação delas no Legislativo está bem abaixo do percentual mínimo estipulado em lei para qualquer dos sexos: 30%. Como conta a professora Lúcia Avelar, da Unicamp, autora do livro O segundo eleitorado: tendências do voto feminino no Brasil (Editora da Unicamp, 132 páginas), a participação das mulheres no poder político continua “irrisória”. O percentual de eleitas como deputadas federais é o mesmo de dez anos atrás: 8%.

Força nas urnas
Quando se fala em conquista de direitos, o voto é sempre lembrado. É famosa a luta da mulher pelo direito de votar e de ser votada. Uma de suas principais líderes, Bertha Luz (à esquerda), nascida em 1894, empenhou-se com furor na campanha pelo voto feminino. Sua atuação foi marcada, sobretudo, por propostas de mudança na legislação referente ao trabalho da mulher.

A história da candidatura feminina passa ainda por Almerinda Farias Gama (à direita), primeira mulher a ganhar holofotes no cenário político brasileiro. Advogada e líder sindical, foi delegada na eleição de representantes classistas na Assembleia Nacional Constituinte, isso em 1933.

O reconhecimento do direito veio em 1932, com restrições. Quase 70 anos depois, em 2010, Dilma Rousseff (PT) foi eleita a primeira mulher presidente da República do país, vencendo o segundo turno do pleito.

Emancipação lenta e gradual
Por muito tempo, “a mulher sequer teve inserção jurídica”, conta a juíza Andréa Pachá, ex-conselheira do Conselho Nacional de Justiça e juíza da Vara da Família do Rio de Janeiro. Para efeito de ilustração, basta citar o Código Civil brasileiro, que até 1962 considerava a mulher casada como relativamente incapaz. A legislação a equiparava aos índios, por exemplo. Por meio da sociedade conjugal, era o marido quem a representava.

Enquanto incapaz, o domicílio da mulher, como determinava o Código Civil de 1916, era o mesmo do marido. O artigo 178 da lei determinava, ainda, a prescrição em dez dias, contados do casamento, “da ação do marido para anular o matrimônio contraído com mulher já deflorada”. Em quatro anos, prescrevia a ação para “reaver do marido o dote”.

Ao tratar da intimidade do lar e visando ao menos diminuir uma situação que ainda perdura no país, mais recentemente entrou em vigor a Lei Maria da Penha — a Lei 11.340/2006. Para Andrea Pachá, não é suficiente que a Constituição estipule a igualdade entre homens e mulheres. “A igualdade não pode ser apenas formal. É preciso que uma lei regulamente o assunto”, diz. Ainda assim, com diversas leis que tratam do universo feminino, a sociedade precisa de tempo para se adaptar. "Estamos em um momento de transição.”

Os ministros do Supremo Tribunal Federal decidiram, no começo de março, que a Lei Maria da Penha é constitucional, e que o Ministério Público pode atuar nos casos de crimes de lesão corporal contra as mulheres independentemente da representação da vítima. O julgamento encerrou os questionamentos sobre o conflito dos artigos 1º, 33 e 41 da lei e garantiu a existência de ações contra os agressores mesmo quando a queixa é retirada ou sequer é prestada pelas mulheres.

Poder econômico
Nos primeiros anos da década de 1970, apenas 30,9% da população economicamente ativa do país era composta pelo sexo feminino. Hoje, as mulheres já são maioria também nesse quesito. Dados do IBGE apontam que elas constituem uma parcela de 57,8% dos empregos formais do país.

A Consolidação das Leis do Trabalho dedica um capítulo inteiro ao tema. Estão lá assuntos como duração, condições do trabalho, discriminação, períodos de descanso e proteção à maternidade. “O artigo 390 da lei, e.g., vedado que o empregador contrate mulheres para prestar serviços em atividades que demandem o emprego de força física superior a 20 quilos para o trabalho contínuo, ou 25 quilos, em se tratando do trabalho ocasional.”

Rui Meier, sócio responsável pelo Núcleo Trabalhista do Tostes e Associados Advogados, diz concordar apenas com leis específicas que foquem na peculiaridade da mulher, “ou seja, a maternidade”. “O direito à aposentadoria mais cedo, por exemplo, não se justifica”, opina, em alusão à idade em que o benefício é concedido: aos homens, aos 65 anos, e às mulheres, aos 60.

Também é da mesma opinião o advogado Marcel Cordeiro, sócio do Salusse Marangoni Advogados. Ele explica que, embora a justificativa empregada seja a dupla jornada da mulher — trabalho e afazeres domésticos —, do ponto de vista puramente técnico, “não é possível concordar com tal diferenciação, particularmente se não ficar comprovada a existência de maior desgaste para as mulheres que se submeterem ao mesmo tempo de contribuição dos homens ao longo da vida”. “Por outro lado, sob o prisma humanístico e social, o governo deveria oferecer maior amparo às pessoas que exercem atividades domésticas”, diz.

A advogada Gláucia Massoni, especialista em Direito do Trabalho e sócia do Fragata e Antunes Advogados, acredita que esse tipo de lei só existe porque muitas vezes “a preocupação maior é com o bolso”. “Se o país fosse sério, não precisaríamos dessa lei”, diz. Ela também lembrou que as empresas, quando argumentam que a licença maternidade é onerosa, não dizem a verdade.

Instituído em 1988 pela Constituição Federal, o período de licença maternidade de 120 dias, com possibilidade de prorrogação por mais 60, é reconhecido pela Organização Internacional do Trabalho.

Proteção castradora
Na seara trabalhista, a mulher, tida como sexo frágil, teve de superar uma pseudoproteção. A tese é defendida pela procuradora do Ministério Público do Trabalho Cristiane Maria Sbalqueiro Lopes, no artigo Direito do trabalho da mulher: da proteção à promoção. “Até a Constituição de 1988, o ordenamento jurídico brasileiro tendia por ‘proteger’ o trabalho da mulher, o que perpetuou a discriminação da mulher no mercado de trabalho”, escreve.

Somente em 1989 o trabalho noturno da mulher foi autorizado, quando o artigo 379 da Consolidação das Leis do Trabalho, que vedava a atividade, foi revogado. Como conta a procuradora, “o artigo 380 da CLT condicionava a autorização para o trabalho da mulher, nas hipóteses de força maior e excesso de produção, além da apresentação de atestado médico (que provaria a possibilidade de trabalhar sem agredir à saúde), a apresentação, pelos empregadores, de atestado de bons antecedentes e capacidade física e mental”.

Para a autora do texto, a medida apenas reflete a intenção dos legisladores em proteger a honra marital. De acordo com ela, “o trabalho do homem também era sobre-explorado e nem por isso se pensou em providências semelhantes; o que comprova que o interesse de ‘proteger’ não era mais que recordar o verdadeiro lugar da mulher na sociedade de então: em casa, cuidando da família”.

Em 1918, durante as discussões do projeto do Código do Trabalho, que nunca chegou a ser aprovado, cogitou-se a possibilidade de trabalho da mulher sem necessidade de concordância do marido. A ideia, no entanto, nunca saiu do papel. Os parlamentares se opuseram. O deputado Augusto de Lima chegou a dizer que “este contrato traz a separação não sabida, não consentida pelo marido e, portanto, altamente suspeita, pondo em perigo o bom nome do lar”.

Acesse no site: Com voto decisivo, mulheres são maioria dos eleitores (Consultor Jurídico - 28/07/2012)

ALCIONE "MARIA DA PENHA"

domingo, 5 de agosto de 2012

Inteligência Multifocal

 Inteligencia Multifocal Lider Coaching Psicologia Mente Responsavel Consciencia    A Inteligência Multifocal vem a lume de maneira a modificar a nossa forma de pensar o mundo e a nós mesmos, revoluciona a ciência e quebra paradigmas intelectuais. Uma revolução de conhecimento pragmático. Revela-nos um ser humano multifocalmente inteligente e desenvolve a arte de pensar antes de reagir, a arte a dúvida, a arte a crítica, a arte de determinar nossas escolhas, a arte de ouvir, a arte de expor, e não de impor as idéias, e, além disso, trabalha com maturidade suas decepções, dores e perdas, transformando seus problemas em desafios, aprendendo com os seus erros,
desenvolvendo a capacidade empática de se colocar no lugar do outro e a perceber suas dores e necessidades psicossociais, vai em direção de valorizar a democracia das idéias, o humanismo e a cidadania.
            Criada pelo Dr. Augusto Jorge Cury, se tornou a primeira teoria brasileira sobre a construção da inteligência, ampliando os horizontes da Educação, da Filosofia, da Psiquiatria, da Psicologia e da Neurociência, estimulando a formação do homem como pensador e engenheiro de idéias.
            Médico, psiquiatra, cientista, escritor, pós-graduado em Psicologia Social, o brasileiro Dr. Augusto Cury levou 17 anos para desenvolvê-la e defende que o maior limitador de uma teoria é seu defensor, limitando seu crescimento e a ampliação de seus horizontes, deixando-a se tornar ultrapassada. Sendo assim, a Teoria da Inteligência Multifocal está em constante renovação e aprimoramento, se aprofundando nos meandros da mente humana.
É uma teoria científica que não anula teorias como a da Inteligência emocional, de Daniel Goleman, ou a Teoria das Inteligências Múltiplas de Haward Gardner e outras existentes, faz mais, sendo mais abrangente as completa e assume uma grandeza nunca antes abordada, envolvendo toda produção de conhecimento da existência humana em seu aspecto intelectual, histórico, cultural, emocional e social. Instigante, aponta conceitos pioneiros e revolucionários. Segundo o livro Inteligência Multifocal – Análise da Construção dos Pensamentos e da Formação de Pensadores, da Ed. Cultrix:
  1. É a primeira teoria ampla sobre o funcionamento da mente humana criada por um cientista brasileiro e uma das poucas produzidas em termos mundiais.
  2. A primeira teoria científica a afirmar que não apenas o “eu” faz a leitura da memória, mas que há três outros fenômenos nos bastidores inconscientes da mente humana que também lêem a memória e constroem cadeias de pensamentos sem a autorização do eu.
  3. A primeira teoria a estudar o fluxo vital da energia psíquica, que é o princípio dos princípios que regem o processo de formação da personalidade. Esse princípio incorpora o princípio do prazer, de Freud, do self criador, de Jung, da busca de proteção e segurança, de Erich Fromm, da busca de sentido existencial, de Viktor Frankil, etc.
  4. A primeira teoria a estudar e defender a tese de que pensar é mais do que uma opção do homo sapiens. Pensar é o seu destino inevitável, evidenciando que é impossível interromper o processo de construção de pensamentos.
  5. Uma das poucas teorias que não apenas produzem conhecimentos psicológicos, mas também descrevem os procedimentos utilizados no seu processo de construção, tais como a arte de observação, a análise multifocal, a arte da pergunta, a arte da dúvida, a arte da crítica, a busca do processo de descontaminação interpretativa, etc.
  6. A primeira teoria a descrever duas graves doenças psicossociais da modernidade: a síndrome da exteriorização existencial, caracterizada pela incapacidade de se interiorizar, repensar, reorganizar, etc., e o mal de logos estéril, caracterizado pela incorporação do conhecimento sem deleite, sem desafio, sem crítica, sem conhecer seu processo de construção, sem compromisso social, etc.
            A teoria da Inteligência Multifocal nos provoca e nos leva a fazer uma das mais ricas viagens intelectuais que alguém possa empreender: uma viagem para dentro de nós mesmos, para os complexos bastidores da nossa mente, propõe que enfrentemos o maior desafio humano e sejamos líderes de nós mesmos. Leva-nos à reflexão com perguntas: Como você tem vivido sua vida? Você tem objetivos metas, ideais e sonhos escritos bem definidos e com data marcada? Você sabe para onde está indo na vida? A falta de direção é um grande problema da humanidade. Para quem não sabe onde está indo, qualquer caminho serve.
Temos poder de escolha, recebemos de maneira divina o livre arbítrio, mas no que pautamos nossas escolhas? A Teoria da Inteligência Multifocal usa questões que nos instigam a pensar:
O que você está fazendo aqui?
O que quer desta vida?
O que é importante para você?
Onde deseja estar daqui a dez anos?
Como vai fazer para chegar lá?
Você já procurou esquecer tudo ao seu redor e olhar para dentro de si?
Você já experimentou se permitir fascinar pela vida que pulsa em você?
Você tem consciência da grandeza de sua existência?
Você é grato por isso?
Propõe que sejamos humildes para entender a grandeza da vida. Que se investigarmos o tecido íntimo da inteligência humana, saberemos que cada ser humano é único e tem a mesma oportunidade de ter uma história magnífica. Todos temos uma mente fantástica e um potencial grandioso, represados na maioria dos casos por não assumirmos em nossas mãos a nossa história. Podemos, assim, partirmos de um novo paradigma, da pressuposição que tudo começa em nós ou por nós.
NA VERDADE, SEMPRE ESTAMOS NOS LUGARES E NAS SITUAÇÕES QUE NÓS MESMOS NOS COLOCAMOS.
SOMOS RESPONSÁVEIS.
Em seu livro, Seja Líder de Si Mesmo (Ed. Sextante), Dr. Cury, metafóricamente coloca que a mente humana é como um grande e fascinante teatro. Que nosso lugar não é na platéia, mas no palco, brilhando na nossa inteligência, nos alegrando com nossas vitórias, aprendendo com as nossas derrotas e treinando a cada dia para sermos atores e autores da nossa história, líderes de nós mesmos. E nos pergunta: Onde você se encontra no teatro da sua mente? No palco dirigindo a peça, atuando como ator principal ou na platéia sendo espectador passivo dos seus conflitos, perdas, decepções, culpas?
Aponta que vivemos em uma sociedade em que alguns são supervalorizados e a maioria é relegada ao rol dos anônimos. Vemos TV para saber da vida dos artistas, procuramos descobrir como são nossos pais, filhos, amigos?

Afirma que diante da ciência somos todos iguais, complexos e dignos. “Quem discrimina os outros os diminui, quem supervaloriza diminui a si mesmo. Parece absurdo mas é verdade: Um cientista da NASA não tem mais segredos psíquicos do que um miserável faminto do terceiro mundo.”
Respeitar e tomar algumas pessoas como modelo é saudável.
Superdimensioná-las é doentio, bloqueia nossa inteligência e liberdade.
Você reconhece algumas dessas reações em sua vida?
  1. Reclamar frequentemente
  2. Reagir sem pensar
  3. Ansiedade
  4. Baixa auto-estima
  5. Intolerância
  6. Dificuldade de enfrentar desafios
  7. Pensamento acelerado e controlador
  8. Emoção hipersensível e sem proteção
  9. Dificuldades de reconhecer erros e corrigir rotas
  10. Falta de auto controle
Segundo Dr. Cury, se você tem uma ou duas atitudes, fica pouco tempo na platéia, de três a cinco atitudes, fica algum tempo na platéia, com cinco ou mais atitudes, fica muito tempo na platéia.
É mais cômodo e fácil ficar na platéia em nossa zona de conforto, mas para crescermos e sermos felizes e auto-realizados precisamos subir no palco e sermos os atores principais de nossa própria história. Devemos assumir nosso poder de escolha.
Somos treinados para dirigir um carro, uma empresa, exercer nossa profissão. Mas fomos treinados para governar nossos pensamentos? Infelizmente, não aprendemos quais as ferramentas para administrar nossas emoções?
Fomos preparados para sermos a platéia e não líderes de nosso mundo psíquico. Os pensamentos nos dominam, as emoções nos controlam. Nos últimos cinco anos, a ciência encontrou muitas respostas para as perguntas sobre o teatro da mente humana. Estas respostas expandem a compreensão da vida. Expanda a sua através da teoria da Inteligência Multifocal.

Podemos linkar esta teoria com a de Goleman que nos diz que a Inteligência Emocional é a capacidade de gerar, manipular e gerenciar um estado interno ideal para agir. Somos frios e indiferentes com nossas emoções e ficamos a seu bel prazer, enquanto que nosso auto-conhecimento nos traz auto-confiança. Lembra-nos que não existe fatos dramáticos, existe a dramatização dos fatos. Podemos fundamentar a Teoria da Inteligência Emocional em 5 áreas:
Autoconsciência = Conhecimento das próprias emoções
Auto-gerenciamento = Gerenciamento das próprias emoções
Motivação = Auto-motivação.
Empatia / Consciência Social = Conhecer e compreender as emoções dos outros
Habilidade Social = Saber lidar com as emoções dos outros e fazê-lo
As emoções são universais, nos alertam quanto ao atendimento de nossas necessidades humanas, então fazem parte da regulação da vida. É eficiente em respostas rápidas em situações favoráveis ou ameaçadoras a vida. Não são criativas, nos limitam.
Os sentimentos são formados por emoções, memórias, imaginação e raciocínio, são criativos, possibilitando que atuemos com nossa consciência e poder de escolha. Fazem parte na regulação da vida em um nível mais alto.
Assim como nos propõe Damásio: As emoções se encenam no teatro do corpo. Os sentimentos no teatro da mente.
A teoria da Inteligência Multifocal afirma que pensar é inevitável. Ninguém consegue impedir a construção de pensamentos, só liderá-la, mas podemos escolher no que pensar.
A complexidade da mente humana revela que ela é a obra-prima de um criador fascinante”. (Cury)

A maior jornada que podemos e devemos percorrer é entre nossa mente e nosso coração. Muitos falam através da internet, mas não falam consigo mesmo. Exploramos o espaço sideral, mas não conquistamos o espaço onde nascem a timidez, a ansiedade, o medo, a coragem, as frustrações, o mau humor, a angústia, os sonhos, o encanto pela vida, a fé e a esperança...
O Dr. Cury nos alerta: Há muitos miseráveis no território da emoção andando de carro importado. Os verdadeiros ricos não são os que têm posses, mas os que alargam as fronteiras da sua emoção e tem autocontrole. Fazem muito do pouco e extraem prazer das coisas simples.
Emoção... Quem pode entendê-la ou controlá-la plenamente? Os generais são pequenos perto dela, os ditadores e os psicopatas são seus escravos. Escravos de seu ódio, arrogância, insensibilidade.
Nenhum ser humano domina plenamente sua emoção. A energia emocional é sempre flutuante e convivemos com momentos de: EMOÇÃO DOENTE: instável, mal-humorada, negativista, desprotegida e ansiosa, e também, EMOÇÃO SADIA: estável, motivada, protegida, alegre, tranqüila e capaz de superar os inevitáveis períodos de ansiedade. O importante é: Quanto tempo passamos em cada uma?
Nosso maior desafio é cuidar e liderar nosso próprio ser. O território dos pensamentos e da emoção são o nosso tesouro. Se quisermos viver dias felizes devemos, cuidar dele mais do que de nossos bens. Ninguém pode brilhar no palco da vida se não brilhar no palco da sua inteligência. Ser ator principal no palco da vida não significa não falhar, não chorar, deixar de tropeçar, ter reações de insegurança ou, às vezes, atitudes tolas. Ser ator principal significa refazer caminhadas, reconhecer erros e aprender a deixar de ser aprisionado pelos pensamentos e emoções doentis. Ao contrário do que parece, os agressivos, os intolerantes e os arrogantes, são os mais frágeis no teatro da vida. Eles têm medo de subir no palco, perdoar os outros, se perdoar, chorar, reconhecer suas falhas e limitações. São infelizes...
Assim, podemos dizer que nossa autoconsciência é a capacidade de distanciarmos de nós mesmos e analisarmos nosso pensamento, nossos motivos, nossa história, nossos roteiros, nossas ações, nossos hábitos e tendências. O nosso “eu” representa a nossa identidade e capacidade de decidir, nossa vontade consciente. A nossa força de vontade, comandada pelo nosso “eu”, é nossa capacidade de agir. Somos produtos de nossas escolhas. Ser autor de nossa história é ter um “eu” consciente, livre e líder. Podemos ser autores de nossa história, mudar o curso de nossas vidas, ser co-criadores de nosso futuro.
É fácil dirigir nossa história? Não! É mais fácil ser controlado pela nossa emoção do que controlá-la , protegê-la e expandi-la. Muitos dos pensamentos que nos perturbam foram produzidos por fenômenos inconscientes e não por vontade consciente. O que fazemos com esses pensamentos? Eis a grande questão! Fomos treinados para atuar no mundo exterior e não no interior. É incrível como nos tornamos passivos  e sujeitos aos nossos pensamentos, a preocupações, baixa auto-estima, doenças e medos  que sufocam nossas emoções e não fazemos nada.
Enquanto o “eu”, que representa nossa capacidade consciente de decidir, não pilotar o avião de nossa mente, seremos dirigidos por fenômenos inconscientes da formação dos pensamentos. Muitos de nós temos um “eu” tímido e frágil, nos tornando submissos em nossa mente. Milhares de pessoas cedem à depressão, ao medo, ao stress, à síndrome do pânico por causa disso.
Esses fenômenos inconscientes da construção de pensamentos são multifocais, contrariando nossa secular ciência que prega que somente o “eu” constrói as cadeias de pensamentos. Segundo a teoria da Inteligência Multifocal, há três fenômenos inconscientes que lêem a memória e produzem milhares de pensamentos: o Autofluxo, O Gatilho de Memória e a Janela de Memória.
Se não assumimos a direção de nossa vida psíquica, esses fenômenos inconscientes assumem, são os atores coadjuvantes do teatro de nossa mente que, mediante nossa omissão de assumir nosso poder de escolha, tornam-se atores principais.
  1. O Autofluxo produz a grande maioria dos pensamentos através de milhares de leituras espontâneas e contínuas da memória, como se fosse o SkanDisk do computador, sem uma direção lógica.
  2. O Gatilho de Memória é o fenômeno que faz com que cada estímulo sensorial ou psíquico seja em milésimos de segundo interpretado; sem ele ficaríamos confusos.
  3. As Janelas de Memória que postula que a memória humana se abre por janelas onde há um grupo de arquivos com milhares de informações agregadas no córtex cerebral.
Estes fenômenos cooperam entre si, podem ser em um momento nosso céu, em outro nosso inferno, depende, se abrem janelas de jardins ou favelas de nossa memória. Para vivermos melhor, o “eu” tem que liderar, gerenciar e assumir o seu papel como ator principal de nossa história.
Você se considera uma pessoa submissa ou um líder de si mesmo? Muitos, nos momentos mais difíceis de sua vida, descem do palco e se tornam espectadores das suas misérias emocionais. No teatro de nossa mente nossa meta é ser o ator principal. Ficar na platéia é abandonar a si mesmo. Até quando vamos abrir mão do direito fundamental de sermos livres dentro de nós mesmos?
Segundo Dr. Cury, vivemos em um paradoxo sem precedente: O ser humano tem tecnologia para destruir até mesmo nosso planeta e tropeça nas pedras de seus medos e mau humor. O ser humano pilota um avião muitas vezes maior do que ele e mais pesado que o ar e não sabe controlar a ansiedade que destrói sua paz e prazer de viver. Muitos viajariam o mundo todo, mas nunca tiveram coragem ou habilidade para viajar para dentro de si mesmos...
Conhece-te a ti mesmo. Ninguém pode conquistar o mundo de fora se não aprender a conquistar o mundo de dentro.
A vida é um grande espetáculo. Vale a pena vivê-la, apesar de todas as suas dificuldades. Um vencedor não pode estar na platéia. Tem de estar no controle de sua vida.
Podemos superar as feridas psíquicas e construir uma história inteligente. Podemos:
  1. Resgatar a liderança do “eu”
  2. Reeditar o filme do inconsciente, de nossa memória.
  3. Construir janelas paralelas na memória, contemplar o belo, perdoar.
TEMOS DIREITO À FELICIDADE E AO NOSSO SUCESSO!
Um ser humano rico procura ouro na sociedade, um ser humano sábio garimpa ouro nos solos do seu ser.
            A Inteligência Multifocal é uma ciência pragmática e nos propõe técnicas psicológicas para sermos líderes de nós mesmos, objetivando reeditar as memórias negativas e produzir janelas paralelas da memória. Estas técnicas são principalmente duas:
1. DCD (dividir, criticar, determinar)
2. Mesa – redonda do “eu”
O D.C.D. – (Duvidar, Criticar, Determinar) – Traz a Arte de Duvidar que é a pérola da Filosofia, a Arte da Crítica que é a pérola da Psicologia e a Arte da Determinação que é a pérola da área de Recursos Humanos
            A Mesa-redonda do “eu” é uma prática de auto-questionamento e reflexão, para isso: reserve 15 minutos por dia para reflexão e faça críticas, debates e questionamentos sobre o que lhe parecer negativo e doentio.
Lembre-se: a renovação, a determinação e a persistência nos oferecem a força necessária para transformarmos nossa vida e a maneira como nos colocamos nela, em uma espiral ascendente de melhoria contínua e crescimento baseados em nossos princípios e valores.
SENDO LÍDER DE SI MESMO!
Lembre-se...

1° - Saiba para onde está indo.
2° - Reconheça que tudo começa em nós ou por nós.
3° - Tenha Inteligência Emocional.
4° - Conhece-te a ti mesmo.
5° - Use as Técnicas Psicológicas.
6° - Transforme sua vida num Espiral Ascendente de crescimento contínuo.
SEJA UM LÍDER DE SI MESMO

Quem tem luz exterior caminha sem tropeçar, quem tem luz interior caminha sem medo de viver...
Tomando aqui as palavras do Dr. Augusto Cury emprestadas:
“Desejo que em sua vida você descubra que seu maior desafio é sair da platéia, entrar no palco e aprenda a ser...
... O ator principal do teatro de sua mente
... O autor de sua história
... “O grande líder de si mesmo.”
fonte Flávio Souza-Formador de Coaches da International Coaching Community – ICC e Lambent do Brasil - CEO da Você Vencedor Soluções Empresariais

Ensinarás a voar....

TERAPEUTA FLORAL ANELISE FEIJÓ..

.Olá amigas,passando por esse blog para desejar uma semana abençoada para todas e na esperança de MUDANÇAS diarias em suas vidas,pois mudar é preciso para nosso crescimento e aprendizado.....
sóoo mudanças positivas essa semana para todas...
   NAMASTÊ___/\___








.Ensinarás a voar,
Mas não voarão o teu voo.
Ensinarás a sonhar,
Mas não sonharão o teu sonho
Ensinarás a viver,
Mas não viverão a tua vida.
Ensinarás a cantar,
Mas não cantarão a tua canção.
Ensinarás a pensar,
Mas não pensarão como tu.
Porém saberás que cada vez que voem,
Sonhem, vivam, cantem e pensem
Estará a semente do caminho
Ensinado e aprendido. - Madre Teresa de Calcutá -